Mano aponta principal falha na eliminação do Fluminense da Copa do Brasil
Técnico reconheceu o principal fator que causou a queda na competição para o Juventude, em pleno Maracanã

O técnico Mano Menezes já apontou o que foi o principal fator que causou a eliminação precoce do Fluminense na Copa do Brasil. Nesta quarta-feira (7), diante do Juventude, em pleno Maracanã, as equipes empataram por 2 a 2 e o Tricolor deixou o torneio.
Segundo o técnico, agora é hora de virar a chave e pensar na disputa da Série A do Campeonato Brasileiro. Com 20 pontos, o Flu está na zona de rebaixamento e encara o Vasco, no sábado (10), no Nilton Santos, às 21h30 (de Brasília). O Cruzmaltino tem 24 pontos.
“Vamos pensar no Brasileiro, temos um jogo pela frente com Vasco, um clássico, será um jogo bastante disputado, penso, num gramado diferente, né? E vamos ao Engenhão, num gramado mais rápido, um jogo que terá outras características, mas a gente tem que continuar aquilo que a gente está fazendo no Campeonato Brasileiro, exatamente porque são competições diferentes”, comentou.
Com a eliminação na Copa do Brasil, o Fluminense ainda disputa, além do Brasileiro, a Copa Libertadores. Na terça-feira (13), a equipe visita o Grêmio, no Couto Pereira, em Curitiba, pelas oitavas de final do torneio, às 19h (de Brasília).
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Apoio da torcida
"Penso que esse é o mínimo que a gente precisa ter de comportamento em relação ao torcedor que está vindo no estádio e apoiando a equipe como está apoiando. Em raros momentos hoje ele escolheu esse ou aquele para apoiar um pouquinho, eu até pedi que tivéssemos um pouco de calma, depois logo voltou a apoiar todo mundo, e a equipe tem como obrigação responder para esse torcedor e dar motivos para ele voltar aqui nos próximos jogos, é o que nós queremos, é assim mesmo em jogos que são mais difíceis, o nosso adversário quase não criou em termos de oportunidade, mas futebol é bola na casinha".
Mudanças no time
"Tudo pode. Mas se eu abro a equipe muito cedo e tomo o segundo, o jogo também fica quase que inviável pra você virar. São escolhas que o treinador tem que tomar. Quem está fora fica mais confortável porque não paga o preço das consequências. A gente que toma paga o preço das consequências. Achei que já foi uma alteração ofensiva. Nós tiramos um volante, que é o Martinelli, colocamos Lima, que é meia. Então já partiu de uma ideia. Tiramos um ponta-meia, que é Serna, colocamos Keno, que tinha jogada de lado. A bola chegou muitas vezes no flanco, na primeira parte. E não é tanta característica de Serna. Não estava conseguindo transpor a marcação do lateral. Keno já fez isso mais vezes por característica".
Jornalista esportivo desde 2006 e com passagens por Lance!, Extra e assessorias de marketing esportivo. É correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Tem pós-graduação em Jornalismo Esportivo e formação em Análise de Desempenho voltado para mercado.



