Hulk faz promessa para a torcida do Fluminense: ‘Desistir não está no processo’
Principal reforço do Tricolor na temporada, atacante ainda não entregou o esperado e foi vaiado no Maracanã

Hulk ainda não conseguiu conquistar a torcida do Fluminense. Pelo contrário, desde sua chegada ele foi vaiado em alguns jogos e deixou o gramado hostilizado no empate contra o Independiente Rivadavia-ARG na terça-feira (11), pela Copa Libertadores. No entanto, ele mandou seu recado.
Na zona mista, o camisa 7 deixou claro que sabe que ainda não está no seu ideal e correspondendo pelo que foi contratado, mas garantiu que vai entregar muito para o Fluminense.
“Sei que existe a cobrança, principalmente quando se vem para um clube novo. A forma que vem, expectativas, o nome pesa, pessoal quer resultado imediato e grande ambições. Vim para entregar, mas não consegui encontrar essa leveza ainda para dar esses resultados. Não é motivo para desconfiar e deixar de ser profissional. Me cobro bastante, entendo a cobrança quando não tem resultado. Desistir não está no processo’, disparou, completando:
“Quando jogo com o nome e o peso que tem não faz o esperado. tenho que trabalhar manter os pés no chão. Tenho que entender que o momento requer mais concentração. Não pode desanimar e achar que não sou um bom jogador, se tivesse 15 gols não ia me achar o melhor do país. tem que entender o momento e ver que a cobrança é natural”, analisou.
Para ele, as vaias não são problema, uma vez que realmente ele não fez uma grande partida. Porém, ele confia na classificação na Argentina.
“Cobrança é natural do torcedor até porque não vencemos. Estamos trabalhando bastante, mesmo não fazendo um jogo tão bom tivemos o controle. Não mudar o placar. temos 90 minutos na Argentina para ajustar algumas coisas. Para retomar confiança e conseguir a classificação”, comentou.
Próximo confronto
O Fluminense encara o Rivadavia na terça-feira (18), às 19h (de Brasília), em Mendoza, pelo jogo de volta das oitavas de final da Libertadores. Para avançar, o Tricolor precisa de uma vitória simples, assim como os argentinos. Empate leva o confronto aos pênaltis.
Jornalista esportivo desde 2006 e com passagens por Lance!, Extra e assessorias de marketing esportivo. É correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Tem pós-graduação em Jornalismo Esportivo e formação em Análise de Desempenho voltado para mercado.



