Fluminense exige pagamento de clube uruguaio por tempo de lesão de Terans
Jogador retorno um problema médico e foi reavaliado pelo clube; previsão de retorno é de, pelo menos, 60 dias

O Peñarol-URU oficializou a devolução do meia David Terans ao Fluminense após o término do contrato de empréstimo, válido até o fim do ano passado. No entanto, Terans foi diagnosticado com uma lesão grave no tendão de Aquiles.
Sem poder escalar o atleta agora, o Tricolor exige que o Peñarol pague os salários do jogador até que ele se recupere. Os uruguaios ainda não responderam à solicitação.
O Tricolor entende que, legalmente, o clube de destino é responsável pelo atleta até sua plena recuperação, e busca esse ressarcimento para evitar prejuízos enquanto recupera o ativo em suas dependências.
Entenda o caso
O Peñarol tinha cláusula de renovação do empréstimo já que o uruguaio estava lesionado e se trataria no clube de Montevidéu. O período mínimo de um contrato de extensão é de três meses.
De acordo com a legislação esportiva vigente, clubes são obrigados a renovar o vínculo contratual de atletas lesionados pelo período necessário à sua plena recuperação.
Em contextos de empréstimo, essa regra impõe a assinatura de uma extensão contratual, o que impede, legalmente, que Terans seja devolvido ao Fluminense antes de estar totalmente recuperado.
Jornalista esportivo desde 2006 e com passagens por Lance!, Extra e assessorias de marketing esportivo. É correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Tem pós-graduação em Jornalismo Esportivo e formação em Análise de Desempenho voltado para mercado.



