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Fluminense chega ao oitavo jogo sem saber o que é vencer como visitante 

Tricolor tem desempenho de equipe da parte de baixo da tabela como visitante, em especial nos últimos oito jogos na temporada

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Fernando Diniz garante que números ruins fora não atrapalham a cabeça do elenco do Fluminense
Fernando Diniz garante que números ruins fora não atrapalham a cabeça do elenco do Fluminense • Marcelo Gonçalves/FFC

O Fluminense atingiu a marca de oito jogos na temporada sem vencer como visitante, após a derrota para o Coritiba, pela Série A do Campeonato Brasileiro, no Couto Pereira. E nesses oito jogos sem vitória, foi um empate e incríveis sete derrotas.

E o desempenho ruim do Fluminense como visitante pode ser visto em todos os quesitos. Além de perder sete desses últimos oito jogos longe do Maracanã, o Tricolor marcou apénas dois gols e sofreu 13. O aproveitamento é de ínfimos 4,2% dos pontos disputados.

Segundo o SofaScore, foram cinco grandes chances criadas, sendo quatro perdidas, além de 17 grandes chances cedidas. Para marcar, é preciso uma média de 31,5 chutes nessas oito partidas. Porém, a posse e bola, segue sendo a marca registrada do Flu: 62,2% por partida em média.

E com números tão abaixo do esperado, o técnico Fernando Diniz prefere esquivar quando o assunto é esse desempenho. Para ele, basta vencer uma vez longe do Rio de Janeiro que acaba esse time de questionamento sobre a postura tricolor como visitante.

"Absolutamente não tem nada. Isso passou a surgir agora. Quando ganha acaba tudo. Há duas semanas atrás era o time que pontuava pouco, ou que não fazia gols ou que tomava gol todo jogo. Faz parte. É um número que está aí. Mas não temos preocupação com isso. Tentamos vencer dentro e fora de casa. É normal ter um bom percentual em casa, mas precisamos melhorar isso fora de casa", disse após a derrota.

Aceitando ou não os questionamentos, certo é que o Fluminense precisa reencontrar o caminho das vitórias longe do Maracanã. Senão, sonho do título brasileiro ou da Copa Libertadores se tornará cada vez mais distante.


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Jornalista esportivo desde 2006 e com passagens por Lance!, Extra e assessorias de marketing esportivo. É correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Tem pós-graduação em Jornalismo Esportivo e formação em Análise de Desempenho voltado para mercado.

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