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Diniz usa de exemplo clássico inglês para analisar finalizações do Fluminense

Tricolor fechou o primeiro tempo do duelo contra o Alianza Lima-PER, pela Copa Libertadores, sem chutar ao gol do adversário

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Fernando Diniz explicou o motivo de número baixo de finalizações do Fluminense • Lucas Mercon/Fluminense

O Fluminense passou mais de 50 minutos, no empate por 1 a 1 com o Alianza Lima-PER, em Lima, na estreia na Copa Libertadores, sem chutar ao gol do adversário.

O Fluminense, costumeiramente, é um time que pouco finaliza de fora da área, mesmo possuindo bons chutadores de longa distância. Ao final do jogo, foram 11 chutes e apenas dois no gol. Segundo ele, isso é uma decisão que ocorre dentro do campo.

“Não é uma instrução minha, pelo contrário. Os times quando jogam com linha baixa, é difícil você fazer finalização. Não foram muitos lances que as jogadas clarearam para chutar. Mas quando a linha está muito baixa, é difícil você achar espaços para chutar. Mas uma das possibilidades para fazer o gol quase sempre será o chute de fora da área, que mesmo se não for gol, pode gerar escanteio. Esse negócio da bola ir no gol”, avaliou.

O Fluminense volta a campo na terça-feira (9), diante do Colo-Colo-CHI, às 21h30 (de Brasília), no Maracanã, pela segunda rodada do Grupo A da competição continental. O time chileno venceu o Cerro Porteño-PAR e lidera a chave.

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Jornalista esportivo desde 2006 e com passagens por Lance!, Extra e assessorias de marketing esportivo. É correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Tem pós-graduação em Jornalismo Esportivo e formação em Análise de Desempenho voltado para mercado.

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