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Diniz pede cautela no mercado e lembra de 'renegados pela torcida'

Treinador destaca jogadores que deixaram o Fluminense para outros clubes e que deixaram o clube por serem perseguidos

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Fernando Diniz acredita que o time precisa de reforços
Fernando Diniz acredita que o time precisa de reforços • Marcelo Gonçalves/FFC

O Fluminense terminou a Série A do Campeonato Brasileiro de 2022 na 3ª colocação e muitos dos que fizeram parte deste elenco acabaram sendo negociados por serem perseguidos pela torcida. Essa é a constatação do técnico Fernando Diniz.

O treinador disse que nomes como Caio Paulista, Michel Araújo, Calegari, Wellington e Biel acabaram sendo negociados, isto porque viviam relação conturbada com a torcida tricolor. Segundo ele, todos eram jogadores que ele ainda gostaria de ter no elenco.

"O Caio Paulista (hoje no São Paulo) era hostilizado por todo mundo. O Calegari nem se fala. Mesmo caso do Michel Araújo. O clima criado por todos não era fácil. Foram ser felizes em outros lugares. Quantas vezes os defendi? Gostava de todos. Gostava do Caio que foi muito bem. O primeiro momento que começou a perder, ele virou culpado de tudo. Biel foi opção dele sair . Sempre gostei de todos esses. Foi pelo ambiente. Como o Caio Paulista ia jogar se era tudo culpa do Caio? Eu sabia que ia bem no São Paulo", afirmou o treinador.

Sobre reforços, o técnico acredita que o Fluminense aidna tem carências, mas sabe que não será mole contratar com o orçamento curto.

"No mercado vamos com calma. É o mesmo elenco que conquistou o carioca. O time tem números muito ruins, mas também fizemos partidas ruins quando os números estavam bons. Fomos dominante na Arena do Corinthians, mas perdemos. Temos que ter critério para saber contratar. O Fluminense não tem dinheiro para pagar uma folha complicada", disse.

O Fluminense volta a campo no domingo (4), às 16h (de Brasília), diante do Red Bull Bragantino, pelo Brasileiro, no Maracanã.

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Jornalista esportivo desde 2006 e com passagens por Lance!, Extra e assessorias de marketing esportivo. É correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Tem pós-graduação em Jornalismo Esportivo e formação em Análise de Desempenho voltado para mercado.