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Tite lamenta placar mínimo do Flamengo, mas exalta liderança do Brasileiro

Treinador afirma que Rubro-Negro poderia ter saído do Maracanã, diante do São Paulo, com um placar mais elástico do que o triunfo por 2 a 1

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Tite comenta vitória do Flamengo sobre o São Paulo • Guilherme Abrahão/Itatiaia

Para o técnico do Flamengo, Tite, a equipe poderia ter deixado o Maracanã com um placar muito mais elástico do que a vitória por 2 a 1 sobre o São Paulo, nesta quarta-feira (17), pela segunda rodada da Série A do Campeonato Brasileiro.

Segundo o treinador, a equipe teve volume para abrir um resultado superior, mas a boa atuação do goleiro Rafael, do time paulista, também foi determinante para o resultado.

Poupar jogadores

Para o duelo contra o São Paulo, Tite preferiu não utilizar Arrascaeta e Luiz Araújo, que são titulares da equipe. Mas o atacante teve que ser acionado, enquanto o camisa 14 sequer entrou em campo.

“Está correta a pergunta, está coerente a pergunta, só que não é poupar. Nós não poupamos, não dava. Senão eu passo uma conotação para quem ouve de: "ah, pela vontade dele, ele poupou o cara". Eu não poupei, não. Decido sim, é claro, mas tem todo um aparato. Não dava”, contou.

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Substituições

“Antes de o jogo começar, Fábio Mahseredjian dá um relatório de quem pode substituir. Um deles era o Pedro, e ele disse: "Eu estou bem". Nico era outro. Para o Ayrton Lucas, eu disse: "Vou precisar de ti até o fim do jogo". Allan e o BH sentiram cãibra e pediram para trocar”.

Gols Sofridos

"Sistema é um todo, a equipe se defende e ataca. Pega os últimos seis trabalhos aqui, e vocês vão ver que temos uma média de dois gols feitos. Se você pegar os gols sofridos, você vai ver com certeza que é a menor média. Isso gera equilíbrio. Somos muito verticais, a gente não trabalha bola para o lado. A primeira opção é vertical. Hoje fiquei chateado por ter tomado o gol. Não me lembro, a não ser uma bola que o Rossi saiu e abafou, de uma defesa que ele tenha feito. O resultado poderia ter sido mais elástico, o Rafael fez duas grandes defesas”.

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Jornalista esportivo desde 2006 e com passagens por Lance!, Extra e assessorias de marketing esportivo. É correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Tem pós-graduação em Jornalismo Esportivo e formação em Análise de Desempenho voltado para mercado.

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