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Tite avalia dificuldade do Flamengo contra o Vasco e critica bola do Carioca

Treinador elogia construção do Rubro-Negro diante do adversário, mas cita falta de “objetividade e finalização'

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O técnico Tite e o auxiliar César Sampaio após o clássico entre Flamengo e Vasco • Reprodução/FlaTV

O Flamengo teve a bola do jogo para vencer o clássico com o Vasco, neste domingo (4), mas Léo Jardim defendeu a cobrança de pênalti de Gabigol, mantendo o placar em 0 a 0. Após o empate, o técnico Tite concedeu coletiva na qual avaliou a dificuldade do time em converter as chances e criticou a bola do Campeonato Carioca.

"A percepção que eu tenho é só minha. Não falei com os atletas, não. O campo ficou mais rápido, sim, é sempre uma bola mais rápida. Estou relutando para falar que a bola... A bola, oxê maria, é difícil. A qualidade da bola... O problema não é o campo. As vezes ela varia, traz dificuldade, falo de finesse... A bola é mais (problemática) do que o campo. Não acredito que o campo teve influência, na minha opinião", afirmou o técnico do Flamengo.

"Tudo dentro da linha de transparência da FERJ e da relação que tivemos com a Federação. Havia uma dúvida nossa se o Leo Jardim havia adiantado, ou não, na cobrança. A melhor imagem disponível do VAR foi mostrada depois do jogo, na própria cabine. Por essa imagem, não dá para se concluir. Só querendo esclarecer que o Flamengo buscou isso junto à FERJ. Não tem uma imagem que conclua com segurança que o goleiro se adiantou", afirmou Spindel.

O Flamengo volta a campo na quarta-feira (7), novamente em um clássico no Maracanã. O adversário será o Botafogo, às 21h30, pela sétima rodada da Taça Guanabara. Confira, abaixo, outras declarações de Tite após o empate com o Vasco,

Estratégia contra Vegetti

"Nós tentamos neutralizar a fonte, que era o Lucas Piton. No primeiro tempo, tivemos mais dificuldade. No segundo tempo, conseguimos controlar melhor. É um atleta que tem o tempo de bola como um dos pontos mais fortes."

Posição de De La Cruz

"De La Cruz é um dos articuladores laterais. Eventualmente, no River, ele jogou como segundo externo, de flutuação e criação. Ele tem essa versatilidade. Fez um belo jogo hoje. Então, temos essa capacidade criativa com esses jogadores. Mas, sim, temos que finalizar de média distância."

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Jornalista e correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Apaixonado por esportes, pela arquibancada e contra torcida única.

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