Itatiaia

Técnico do Flamengo explica demora por alterações e volta de Arrascaeta em eliminação

Rubro-Negro não teve bom desempenho nos dois jogos da semifinal do torneio continental e acabou sendo eliminado nos pênaltis diante do Estudiantes-ARG

Por, Rio de Janeiro (RJ)
Leonardo Jardim, técnico do Flamengo, após eliminação
Leonardo Jardim, técnico do Flamengo, lamentou a eliminação na Libertadores • Guilherme Abrahão/Itatiaia

O técnico do Flamengo, Leonardo Jardim, falou sobre a eliminação na semifinal da Copa Libertadores, em pleno Maracanã, para o Estudiantes-ARG na noite desta quinta-feira (22). O Fla não conseguiu vencer nenhum jogo contra os argentinos e caiu nos pênaltis.

O técnico apontou como crucial para a eliminação a boa marcação do Estudiantes, junto aos erros do Flamengo para chegar na área do adversário.

“O jogo foi dominado por nós. Fala-se muito de dados, muita posse de bola e, em termos de efetividade, não tivemos presença na área. Não fomos capazes de criar mais. O Estudiantes é uma equipe que fez uma excelente campanha. Só perderam para a gente na fase de grupos. Não conseguimos finalizar. Isso é um jogo competitivo. Os pênaltis não quis que as coisas acontecessem para o nosso lado”, lamentou.

Jardim ainda explicou a demora para modificar a equipe, já que os argentinos tiveram Rodríguez expulso logo nos primeiro minutos do segundo tempo.

“Em relação às mudanças fizemos quando achamos necessárias. Depois da expulsão eles estavam jogando em bloco baixo. O Arrascaeta é um jogador que podia nos dar um jogo entrelinhas. Depois mantivemos alguns por mais tempo como Paquetá e Pedro. Arriscamos na parte final. São jogadoras que entraram com dificuldades nos passes curtos. Não conseguimos ter presença dentro da área. Eles fecharam o bloco”, disse.

Volta de Arrascaeta

A grande surpresa da equipe foi a presença de Arrascaeta no banco de reservas. O jogador que teve que operar o punho entrou na segunda etapa e ainda converteu sua cobrança de pênalti.

“Essa semana trabalhou o físico. Fiz três ou quatro treinos dele com o grupo. Com certeza era um jogador que dificilmente ia entrar de início por causa do impacto do jogo. Quando estavam com o bloco baixo ele era o melhor jogador que temos em pequenos espaços. Ele seria a solução para a necessidade. Se estivéssemos ganhando não íamos precisar dele. Ele entrou para tentar ajudar no que era possível, como todos que entraram”, revelou.

O Flamengo agora só tem a Série A do Campeonato Brasileiro em disputa. O Rubro-Negro volta acampo a segunda-feira (26), novamente no Maracanã, diante do Atlético, às 20h (de Brasília).

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Jornalista esportivo desde 2006 e com passagens por Lance!, Extra e assessorias de marketing esportivo. É correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Tem pós-graduação em Jornalismo Esportivo e formação em Análise de Desempenho voltado para mercado.

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