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Jorginho, do Flamengo, lamenta episódio com Chappell Roan: 'Mal-entendido'

Volante considera "assunto encerrado" após publicação nas redes sociais

Por, Rio de Janeiro (RJ)
Jorginho em partida do Flamengo contra o RB Bragantino
Jorginho em partida do Flamengo contra o RB Bragantino • Gilvan de Souza/Flamengo

Nesta segunda (13), o volante Jorginho, do Flamengo, se manifestou mais uma vez sobre o episódio envolvendo a sua esposa Catherine, a filha Ada e a cantora Chappell Roan, durante a passagem da artista por São Paulo para o festival Lollapalooza Brasil.

Em nota publicada nas redes sociais, o jogador brasileiro afirmou que, diante das novas informações, houve um "mal-entendido" no episódio e reforçou que o segurança que teria abordado de forma intimidadora a sua família não estava a serviço de Chappell Roan, como alegado anteriormente.

"O próprio segurança confirmou publicamente que estava representando outro artista no hotel naquele momento. Embora ainda não saibamos o que o motivo a se aproximar delas, e não acreditamos que uma criança de 11 anos tomando café da manhã possa ser vista como qualquer tipo de ameaça à segurança, ficou claro que ele não estava agindo em nome da Chappell", relatou Jorginho.

Foi, em última análise, um mal-entendido nesse sentido, e fico feliz em deixar claro isso. É importante para mim que isso seja esclarecido de forma justa e precisa. Lamento o impacto que essa situação causou na Chappell Roan, na Catherine, na Ada e na nossa família", complementou.

Confira, na íntegra, o posicionamento de Jorginho, do Flamengo:

"Quero aualizar vocês sobre o que aconteceu no fim de semana do Lolla. Nas últimas semanas muita coisa foi dita, e agora que novas informações vieram à tona, senti que era importante esclarecer tudo.

Fiz meu primeiro posicionamento no calor do momento, após saber que minha filha e minha esposa haviam sido abordadas de forma intimidadora por um segurança. Reagi como qualquer pai reagiria. Minha prioridade é sempre, e sempre será, proteger minha família, e foi exatamente o que fiz.

Quero deixar claro também que a situação ocorreu conforme foi descrita anteriormente. Na época, agimos com base nas informações que tínhamos naquele momento.

Desde então, tomei ciência de novas informações que mudaram meu entendimento sobre partes do ocorrido. A Chappell Roan se pronunciou publicamente, entrou em contato de forma privada com a Catherine, e novas equipes também conversaram diretamente.

Ficou claro que ela não tinha conhecimento do que aconteceu no café da manhã e que não havia pedido para ninguém se aproximar delas. Ela demonstrou compreensão e solidariedade com o que aconteceu com nossa filha.

O próprio segurança confirmou publicamente que estava representando outro artista no hotel naquele momento. Embora ainda não saibamos o que o motivo a se aproximar delas, e não acreditamos que uma criança de 11 anos tomando café da manhã possa ser vista como qualquer tipo de ameaça à segurança, ficou claro que ele não estava agindo em nome da Chappell.

Foi, em última análise, um mal-entendido nesse sentido, e fico feliz em deixar claro isso. É importante para mim que isso seja esclarecido de forma justa e precisa. Lamento o impacto que essa situação causou na Chappell Roan, na Catherine, na Ada e na nossa família.

O que eu sempre vou defender é a minha família. Mas também sei reconhecer quando as coisas não eram exatamente como pareceram no primeiro momento.

Obrigado pela solidariedade que recebemos nesse momento sensível. Quero, no entanto, deixar uma coisa bem clara: não compactuo com discurso de ódio nem com ataques online, de nenhum lado. Respeito, empatia e humildade são valores que carrego e que ensino para minha família todos os dias.

Considero este assunto encerrado da minha parte."

Entenda a polêmica

O meia Jorginho relatou nas redes sociais que sua esposa e enteada foram tratadas de forma agressiva por um dos seguranças da cantora em um hotel, em 21 de março. Segundo o relato, a garota de 11 anos passou próximo à mesa da famosa para ter certeza se era a artista e, logo depois, a atitude foi repreendida por um dos homens da equipe.

O segurança teria ido à mesa da família do jogador e criticado duramente a criança, que “ficou super assustada e chorou muito”. A equipe de Chappell Roan não se manifestou publicamente sobre o ocorrido até o momento. Chappell, conhecida por hits como “Good Luck, Babe!” e “Pink Pony Club”, costuma estabelecer limites rígidos em torno de sua privacidade. Tal postura frequentemente rende atritos com paparazzi e fãs durante as turnês.

A cantora foi uma das principais atrações do festival Lollapalooza, que ocorre no Autódromo Internacional de Interlagos, em São Paulo.

Chappell deu sua versão

Em vídeos publicados nas redes sociais no dia (25), Chappell garantiu que o segurança em questão não é particular dela, e relatou o lado dela na história.

“Eu vou contar minha parte da história do que aconteceu hoje com uma mãe e uma filha que se envolveram com um segurança, que não é o meu segurança particular. Eu nem vi elas. Ninguém veio até mim, ninguém me incomodou. Eu estava sentada no café da manhã do hotel, acho que elas estavam hospedadas no hotel também. Então o fato é, que, o segurança… eu não pedi ao segurança para ir conversar com elas. Elas não vieram até mim. Elas não estavam fazendo nada”, iniciou.

A cantora, que se apresentou no festival Lollapalooza, lamentou o ocorrido:

“É injusto a segurança só imaginar que alguém não tem boas intenções, quando eles não têm razão para acreditar nisso, porque não teve nenhuma ação sendo tomada. Eu não odeio pessoas que são fãs da minha música, eu não odeio crianças. Isso é loucura. Lamento à mãe a criança porque alguém estava presumindo algo que vocês fariam, e isso deixou vocês desconfortáveis. Isso me deixa muito triste, vocês não mereciam isso”, finalizou.

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Jornalista e correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Apaixonado por esportes, pela arquibancada e contra torcida única.

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