O levantamento feito pelo BolaVip Brasil, considerou apenas profissionais com mais de 29 partidas e desligados por decisão da diretoria, exclui casos como o de Jorge Jesus, que saiu por vontade própria apesar dos 81,3% de sucesso.
Filipe Luís só fica atrás de Renato Gaúcho, que caiu com 72,1% após o vice-campeonato da Libertadores em 2021, e de Gentil Cardoso, demitido em 1950 com 70,2% devido à falta de títulos e ao temperamento difícil.
O histórico do clube revela que bons resultados não garantem estabilidade, já que a média de aproveitamento dos dez principais técnicos demitidos é de 69,2%, índice equivalente ao do título brasileiro de 2025.
Contudo, o caso de Filipe é inédito pelo contexto imediato, pois nunca um treinador havia sido dispensado logo após uma vitória expressiva por oito gols de diferença.
As dez maiores demissões de técnico da história do Flamengo:
1 - Renato Gaúcho (2021): 72,1% de aproveitamento
2 - Gentil Cardoso (1950): 70,2% de aproveitamento
3 - Filipe Luís (2026): 70% de aproveitamento
4 - Carlos Froner (1976): 69,8% de aproveitamento
5 - Andrade (2010): 69,3% de aproveitamento
6 - Paulo César Carpegiani (1983): 69% de aproveitamento
7 - Flávio Costa (1937): 68,6% de aproveitamento
8 - Jaime Valente (1978): 67,7% de aproveitamento
9 - Telê Santana (1989): 67,7% de aproveitamento
10 - Cláudio Garcia (1984): 67,4% de aproveitamento