Além dele, o auxiliar Ivan Palanco e o preparador físico Diogo Linhares também deixam o Ninho do Urubu.
A decisão de Rodrigo Caio partiu de uma convicção pessoal de que seu ciclo deveria se encerrar simultaneamente ao de Filipe Luís. Ele havia retornado ao clube em maio do ano passado para integrar a comissão técnica permanente, ocupando a vaga deixada por Daniel Alegria a pedido do próprio treinador.
Na estrutura do futebol, Rodrigo era o encarregado de coordenar as jogadas de bola parada, tanto defensivas quanto ofensivas, além de atuar no monitoramento tático e na análise de dados sobre os pontos fortes e vulnerabilidades dos adversários.
A contratação do ex-defensor para o cargo técnico foi, à época, celebrada pela diretoria como um pilar de um projeto estratégico maior. O objetivo era consolidar a “cultura vencedora” da instituição através da integração de profissionais que possuíssem identidade com o clube e um currículo repleto de conquistas.
Rodrigo Caio se encaixava perfeitamente no perfil, tendo marcado época como jogador entre 2018 e 2023, período em que empilhou troféus de expressão, incluindo Libertadores, Brasileiro e Copa do Brasil.