Boto explica diferença entre a pressão no Flamengo e a pressão na Europa
Diretor está na segunda temporada à frente do futebol do Rubro-Negro

Homem-forte do futebol do Flamengo, o português José Boto deixou a Europa para assumir o posto de diretor do Rubro-Negro no início do ano passado. E desperta a curiosidade dos conterrâneos dele sobre o modo de trabalho do lado de cá do Oceano Atlântico.
"O que define o Flamengo é aquela frase que está ali (na parede do escritório) que é "Vencer, vencer, vencer." Aqui não há outra hipótese. Não há aqui o "fizemos não sei quanto dinheiro com vendas". Não há essas culturas que, por exemplo, nós temos em Portugal, de tornarmos o clube rentável do ponto de vista financeiro através da venda ou da formação de jogadores.", pontuou.
No Rubro-Negro, o português já conquistou os Campeonatos Carioca de 2025 e 2026, a Supercopa de 2025 e a Libertadores de 2025. E explicou os objetivos diferentes no trabalho:
"Aqui o foco está completamente em vencer. E é a isso que tens de te adaptar. E é isso que que tentei fazer, trazendo jogadores prontos, com experiência, porque não é fácil jogar no Flamengo. A pressão de jogar no Maracanã é muito grande e, por isso, os jogadores têm de ter algumas características psicológicas, de experiência e maturidade que lhes permita ter rendimento sob um contexto de tanta pressão, como há aqui", completou na entrevista ao jornal português "A Bola".
Correspondente digital da Itatiaia no Rio de Janeiro. Formado na PUC Rio, já cobriu clubes e negócios do esporte, além de ter experiência como assessor de imprensa e editor de texto. Se o esporte move paixões, ele pode mudar vidas.



