Xodó do Botafogo, Segovinha projeta reencontro com o Guaraní-PAR
O meia-atacante foi revelado pelo clube paraguaio, adversário do Alvinegro nas oitavas de final da Copa Sul-Americana

A partida entre Botafogo e Guaraní-PAR será especial para Matias Segovia. Aos 20 anos, o meia-atacante se firmou como uma das alternativas do ataque alvinegro e, nesta quarta (2), enfrenta o clube que o revelou para o futebol pela primeira vez. A bola rola às 19h (de Brasília) no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro. A partida abre o confronto das oitavas de final da Copa Sul-Americana.
"Estou muito contente em enfrentá-los. Sempre joguei lá. Será um jogo difícil. Vou desfrutar disso com meus companheiros. Vamos com tudo", afirmou Segovinha, à Botafogo TV, na véspera da partida.
"Estava ansioso por isso. Quando saiu que o Botafogo iria enfrentar o Guaraní fiquei muito feliz. Voltar para o meu país tão rápido, para jogar uma copa internacional, é muito para mim. Vamos trabalhar para avançar", completou o paraguaio, já projetando a volta, em Assunção, no próximo dia 9 de agosto.
Matias Segovia foi contratado pelo Botafogo em abril de 2023. O meia-atacante chamou a atenção de John Textor após a participação no Mundial Sub-20 pela seleção paraguaia, na qual vestiu a camisa 10. Profissionais do departamento de scout do clube já acompanhavam o desenvolvimento do atleta.
São 14 atuações de Segovinha pelo Glorioso, com duas assistências, o suficiente para o jovem de 20 anos cair nas graças da torcida e virar "música" mesmo sem ser titular. Os dribles e o carisma o transformaram em xodó dos alvinegros, sendo bastante querido também pelos companheiros de time.
Contra o Guaraní, a tendência é de que Segovinha inicie a partida entre os reservas. O meia-atacante, que atuou com a maior parte dos adversários, tem compartilhado dicas com os companheiros atuais.
"Falei com alguns companheiros sobre o adversário, mas temos que entrar focados, como sempre. Tenho certeza que vamos buscar a vitória", finalizou o meia-atacante Matias Segovia, do Botafogo.
Jornalista e correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Apaixonado por esportes, pela arquibancada e contra torcida única.
