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Técnico do Botafogo mostra preocupação com lesões e define metas na temporada

Glorioso foi derrotado dentro de casa pelo Palmeiras e está cada vez mais longe dos líderes da Série A do Campeonato Brasileiro

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Davide Ancelotti mostrou incômodo com a quantidade de lesões no elenco do Botafogo
Davide Ancelotti mostrou incômodo com a quantidade de lesões no elenco do Botafogo • Vitor Silva/Botafogo

A derrota do Botafogo para o Palmeiras na noite deste domingo (17), no Estádio Nilton Santos deixou a equipe muito distante do bloco dos líderes da Série A do Campeonato Brasileiro. Mas a maior preocupação do técnico Davide Ancelotti é outra: a quantidade de lesões.

O Glorioso está com desfalques em praticamente todos os setores, mas em especial na defesa. O próximo compromisso é um duro duelo contra a LDU-EQU, na altitude de Quito, na quinta-feira (21), pelas oitavas de final da Copa Libertadores.

Prioridades na temporada?

A derrota deixou o Botafogo com 29 pontos, 14 a menos que o líder Flamengo, e o sonho do bicampeonato brasileiro consecutivo começou a ficar mais distante. No entanto, a equipe está viva na Copa do Brasil e na Libertadores.

O italiano garantiu que dentro do clube o pensamento é disputar todos os títulos possíveis e descartou uma prioridade.

“Temos que pensar no próximo jogo. Como antes desse jogo, pensávamos na melhor escalação para ganhar esse jogo. Temos que pensar no próximo. Não temos que desistir nunca. Cada jogo, a gente joga para ganhar. Temos que tratar de ficar o mais alto possível na tabela no fim da temporada. Não podemos desistir em nenhuma competição, sobretudo no Brasileiro. Claro que o Flamengo fica longe, mas temos que seguir competindo a cada jogo do campeonato. Não vou poupar jogadores pensando que uma competição é mais importante do que a outra”, comentou.

Com um time predominantemente reserva diante do Palmeiras, o técnico explicou como foi a decisão de deixar alguns dos principais jogadores de fora do importante duelo.

Vou poupar se acredito que tenho um elenco capaz de enfrentar um jogo tão importante como hoje. Eles demonstraram no primeiro tempo que têm um nível muito alto, os jogadores que não costumam jogar”, contou.

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Jornalista esportivo desde 2006 e com passagens por Lance!, Extra e assessorias de marketing esportivo. É correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Tem pós-graduação em Jornalismo Esportivo e formação em Análise de Desempenho voltado para mercado.

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