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Gols contra o Bahia mostram Botafogo letal em poucos segundos

No Nilton Santos, no Rio de Janeiro, Alvinegro Carioca dá demonstração de força com construção de gols em poucos toques e segundos

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Luis Henrique celebrando o gol diante do Bahia em contra-ataque de manual
Luis Henrique celebrando o gol diante do Bahia em contra-ataque de manual • Vítor Silva/Botafogo

Dono da melhor campanha da história do Brasileirão após 21 rodadas, com 51 pontos, o Botafogo deu uma mostra de sua letalidade na partida contra o Bahia, neste domingo (27), no Nilton Santos. Os três gols foram construídos em lance de muita objetividade, poucos toques e, no máximo, 12 segundos com a posse.

O primeiro de Diego Costa

O gol que abriu o placar no Nilton Santos teve início com Eduardo, ficando com a bola após a zaga do Bahia afastar mal o lançamento de Lucas Perri. O camisa 33 dominou a bola aos 3 minutos e 39 segundos. Foram três toques antes de tocar para Victor Sá, que dominou e passou para Diego Costa.

O atacante dominou a bola e finalizou. Em nove segundos e 10 toques, o Alvinegro fez o primeiro gol.

Mais um do centroavante

Já no segundo tempo, Marcos Felipe foi pressionado e teve que sair no chutão aos 5 minutos e 50 segundos. De peito, Gabriel Pires interceptou e recebeu de volta de Eduardo, avançando pela esquerda. O meia deu mais um toque antes de cruzar na medida para a cabeçada de Diego Costa.

O Botafogo precisou de cinco toques no intervalo de oito segundos entre a roubada de bola e e gol.

Contra-ataque de manual

Fechando o placar, o lance do gol de Luis Henrique foi construído com oito toques em 12 segundos. O lance teve origem em um escanteio do Bahia. Após a bola cruzar a área, Hugo venceu o marcador na velocidade, e, após quatro toques, lançou o companheiro, que partiu da intermediária até a área rival.

Luis Henrique ajeitou a bola, driblou o goleiro e, no terceiro toque, empurrou a bola para o fundo do gol. O contra-ataque de manual, cruzando todo o campo, aconteceu dos 30 minutos e 36 segundos até os 30 minutos e 48 segundos, quando a bola cruzou pela terceira vez a linha da meta do Bahia.

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Chefe de reportagem e ex-correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Apaixonado por esportes, pela arquibancada e contra torcida única.

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