Barboza revela se sustos contra Palmeiras e São Paulo preocupam o Botafogo
Equipe sofreu nos últimos minutos dos jogos do mata-mata da Libertadores, mas avançou em ambos

O Botafogo sofreu nos últimos minutos dos jogos diante de Palmeiras e São Paulo, pelas oitavas e quartas de final da Copa Libertadores, respectivamente. No entanto, de acordo com o zagueiro Alexander Barboza, isso não é motivo de preocupação.
O defensor avaliou como natural o fato de ter que encarar pressão dos adversários quando a vaga é decidida fora de casa. Ele, inclusive, valorizou a capacidade do Glorioso em avançar de fase nos dois casos.
"Não importa. Este Botafogo é muito maduro, consciente. Jogar de visitante, quando a classificação se define fora de casa, sempre vai acontecer isso. Outros times procuram o gol por muitos caminhos, Botafogo tem que defender. Às vezes se sai bem, outras mal. Tomamos um gol, mas fizemos um. Classificamos e só isso vale hoje", disse Barboza, na saída do Morumbis, após o triunfo do Botafogo sobre o São Paulo.
Titular, o zagueiro não terminou a partida em campo porque foi substituído por Adryelson no segundo tempo. Ele analisou que a opção do técnico Artur Jorge em tirá-lo aconteceu para evitar uma expulsão, já que tinha cartão amarelo por reclamar da marcação de pênalti para o Tricolor.
"Deve ter sido pelo amarelo, não falei com o mister ainda. Falei com respeito com ele (árbitro) sobre o pênalti, não estava claro. Qual pessoa fez o pênalti? Eu, Bastos? Ninguém sabia. E neste momento ele decidiu dar cartão amarelo para mim, achei muito injusto. Juiz argentino tem personalidade, ele sentiu isso. Injusto, não deveria ser", concluiu.
Rafael Oliva é formado em Jornalismo pela PUC-SP, pós-graduando em Marketing e Mídias Digitais pela FGV e produtor audiovisual. Passou por Lance! e Câmara Municipal de São Paulo. Já cobriu o dia a dia de Santos, Palmeiras e diversos eventos esportivos na cidade de São Paulo. Na Itatiaia, cobre Palmeiras, São Paulo e outros esportes na capital paulista.
Jornalista e correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Apaixonado por esportes, pela arquibancada e contra torcida única.




