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Clubes decidem não pagar, e clássico Fortaleza x Ceará fica sem o VAR

Tecnologia só será usada no Campeonato Cearense a partir da semifinal; Clássico-Rei será no próximo sábado (17), na Arena Castelão

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Cabine do VAR em jogos organizados pela CBF • Rodrigo Ferreira/CBF

Fortaleza e Ceará se enfrentam no próximo sábado (17), às 16h40 (de Brasília), na Arena Castelão, na capital cearense, no primeiro Clássico-Rei de 2024. Válido pela última rodada da fase de grupos do Campeonato Cearense, o jogo não terá o árbitro de vídeo.

O Estadual utilizará a tecnologia somente a partir das semifinais, em decisão anunciada aos clubes no Conselho Técnico, realizado ainda em 2023. E, após conversa entre as diretorias, os rivais decidiram que não vão arcar com o custo para ter o VAR neste sábado.

Em média, toda a estrutura para se viabilizar o árbitro de vídeo em uma partida é de R$ 25 mil. Pode variar a depender do número de câmeras e se a cabine onde ficam os monitores e os profissionais de arbitragem está no estádio ou é remota.

A Fifa aprovou a implementação do chamado VAR light, que exige menos câmeras, de quatro a oito, contra as 12 a 18 do VAR normal. Mas ainda assim o valor aplicado nessa versão simplificada fica alto.

O Ceará tem a vaga praticamente assegurada na semifinal, como líder do Grupo B com dez pontos, três na frente de Iguatu e Ferroviário. Teria que ser goleado pelo Fortaleza e os rivais vencerem também para que o Vozão perdesse essa condição. Somente o primeiro de cada chave vai direto às semis.

A situação do Leão não é tão cômoda, já que tem também dez pontos, no Grupo A, mas vê o Maracanã atrás com oito. Se perder o Clássico-Rei, e o time de Maracanaú bater o Ferroviário, também no sábado (17), o Fortaleza teria que jogar as quartas de final, em duas partidas, o que atrapalharia o calendário neste início de temporada.

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Formado em jornalismo pela PUC-Campinas em 2000, trabalhou como repórter e editor no Diário Lance, como repórter no GE.com, Jornal da Tarde (Estadão), Portal IG, como repórter e colunista (Painel FC) na Folha de S. Paulo e manteve uma coluna no portal UOL. Cobriu in loco três Copas do Mundo, quatro Copas América, uma Olimpíada, Pan-Americano, Copa das Confederações, Mundial de Clubes, Eliminatórias e finais de diversos campeonatos.

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