Presidente do Al-Ittihad, da Arábia Saudita, Anmar Al Haili revelou que Lionel Messi recusou em 2023 uma proposta de 1,4 bilhão de euros (cerca de R$ 8,7 bilhões na cotação atual) para se acertar com o clube. À época, o argentino estava de saída do PSG-FRA após o fim do contrato com os franceses.
Em declarações reproduzidas pelo Marca, da Espanha, o mandatário do clube saudita detalhou como foram as conversas com Messi.
“Sim, eu o contatei antes, quando seu contrato com o PSG terminou. Ofereci a ele 1,4 bilhão de euros. Ele rejeitou uma oferta tão grande pelo bem de sua família, apesar de tê-los convencido. No entanto, ele não hesitou em recusá-la porque a família é mais importante do que o dinheiro. Eu o respeito, e o Al Ittihad sempre abrirá as portas para ele, ele pode vir quando quiser”, disse Anmar Al Haili.
Adiante, o presidente do Al-Ittihad reforçou o interesse em contar com o jogador argentino e abriu a possibilidade para um “cheque em branco” para o craque e um contrato vitalício.
“Se Messi concordar em assinar com o Al Ittihad, eu lhe ofereceria um contrato onde ele poderia ganhar o quanto quisesse, pelo tempo que quisesse, até mesmo vitalício”, afirmou o mandatário.
Comemoraria título antes da bola rolar
Por fim, Haili afirmou que, no ponto financeiro, a ida de Messi ao Al-Ittihad não significaria “nada”. Todavia, caso a chegada do craque ao clube saudita se concretizasse, ele comemoraria os títulos antes mesmo do início das competições, uma vez que teria “o melhor jogador da história do futebol” no time.
“Ter Messi aqui na Arábia Saudita vestindo nossa camisa não significa nada para mim do ponto de vista econômico. Comemoraríamos o campeonato mesmo antes de começar, porque teríamos o melhor jogador da história do futebol” finalizou o dirigente.
Planos opostos
Apesar do interesse do Al-Ittihad, Messi tem planos a longo prazo com o Inter Miami - atual equipe do argentino. O jogador de 38 anos