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De Paul homenageia Messi, após morte do pai, ao marcar pelo Inter Miami; veja

Um minuto de silêncio pela morte de Jorge Messi, aos 68 anos, foi realizado antes da partida deste sábado (8)

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Jorge Messi, pai de Messi, é homenageado antes de Inter Miami e Monterrey
Jorge Messi, pai de Messi, é homenageado antes de Inter Miami e Monterrey • Divulgação/@LeaguesCup

A partida entre Inter Miami-EUA e Monterrey, neste sábado (8) pela Copa das Ligas, ficou marcada pelas homenagens a Jorge Messi, pai do craque Lionel Messi, que faleceu nesta sexta-feira (8), aos 68 anos.

Antes da bola rolar, os jogadores dos dois time se reuniram e foi respeitado um minuto de silêncio.

Quando a bola rolou, De Paul, amigo próximo e companheiro de Messi no Inter Miami e na Seleção Argentina, o homenageou ao marcar o primeiro gol da partida.

Após receber de Casemiro, o argentino finalizou de fora da área e abriu o placar. Ao tirar a camisa, De Paul vestia a camisa 10 de Messi abaixo. Veja o lance.

Messi viajou de Miami, nos Estados Unidos, neste sábado (8) para acompanhar o velório do pai em Rosário, na Argentina.

Relação de Lionel e Jorge Messi

Jorge Messi formou-se como técnico químico e ingressou na fábrica da Acindar na década de 1980. Ele ascendeu ao cargo de gerente, segundo a biografia "Messi", de Guillem Balagué. Antes disso, ele tinha seus próprios sonhos no futebol, atuando como um sólido meio-campista nas categorias de base do Newell's College até ser convocado para o serviço militar e ter que deixar o esporte de lado.

Ele era o pai que sempre estava à beira do campo de Malvinas, a academia de jovens do Newell's Old Boys. Quando Lionel já era uma estrela em ascensão nas categorias de base do clube, ele assumiu a responsabilidade de tentar garantir cobertura para o tratamento hormonal do garoto na Argentina. Sem obter resposta positiva de seu amado clube, incentivou Leo a tentar a sorte no River Plate-ARG.

As negociações para se juntar ao River Plate fracassaram, e Jorge elaborou um acordo único e bastante incomum quando decidiram tentar a sorte em Barcelona. Ele conseguiu que um clube europeu contratasse um jogador estrangeiro de 13 anos, além de lhe fornecer o tratamento médico necessário, um salário anual, moradia e empregos para sua família  e até mesmo pagamentos pelos direitos de imagem , de acordo com o relato de Balagué em seu livro.

 

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Chefe de reportagem e ex-correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Apaixonado por esportes, pela arquibancada e contra torcida única.

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