Ídolo do Barcelona,
Puyol entrou ao lado de Felipe Melo, ídolo do Palmeiras, e Júlio César, ídolo do Flamengo durante a cerimônia. Os dois carregaram a taça e, no momento de colocá-la na estande, o ex-volante palmeirense a ofereceu para o espanhol, que se recusou a pegá-la.
Para muitos, o gesto de Puyol foi visto como um sinal de respeito, pois o ex-zagueiro não conquistou o título da Libertadores.
EMOCIONA el respeto de Carles Puyol por el trofeo del mejor torneo de clubes del mundo 🏆😮💨 pic.twitter.com/Tu5tv2VtuO
— Out of Context Libertadores (@OC_Libertadores) November 29, 2025
Palmeiras x Flamengo
Os rivais brasileiros se reencontram na decisão após disputarem o título continental em 2021. Na ocasião, o time de Abel Ferreira venceu por 2 a 1, com gol na prorrogação.
Ambos são tricampeões do torneio continental ao lado de São Paulo, Santos e Grêmio, fechando o grupo de clubes brasileiros com mais títulos. Portanto, o vencedor do duelo entre Palmeiras e Flamengo se tornará o único time do país tetracampeão da Libertadores e, consequentemente, o maior campeão da competição entre brasileiros.
O Monumental recebe grande público. Torcedores rubro-negros esgotaram os ingressos para seu respectivo setor, e palmeirenses ainda tinham cerca de 3 mil ingressos disponíveis até a última sexta-feira (28). Foram 54 mil entradas colocadas à venda no total.
Carles Puyol
Carles Puyol construiu uma carreira lendária no Barcelona, onde atuou de 1999 a 2014 e se firmou como um dos maiores zagueiros da história do clube.
Formado em La Masia, destacou-se pela liderança, raça, disciplina tática e espírito de equipe, tornando-se capitão por quase uma década. Com o Barcelona, conquistou seis títulos de La Liga, três Ligas dos Campeões, dois Mundiais de Clubes, além de várias Copas do Rei e Supercopas da Espanha e da Europa, sendo peça fundamental na era dourada comandada por Guardiola.
Pela Seleção Espanhola, viveu momentos igualmente marcantes: foi titular na campanha que levou a Espanha ao título da Eurocopa de 2008 e teve atuação decisiva na Copa do Mundo de 2010, especialmente ao marcar o gol de cabeça que classificou a equipe para a final. Puyol encerrou a carreira em 2014, reconhecido mundialmente por sua postura exemplar, lealdade ao Barça e impacto técnico e emocional dentro do campo.