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Título da Espanha garante primeiro bicampeão da Copa do Mundo no século

Seleção Espanhola bateu a Argentina e conquistou o segundo troféu na história

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Ferrán Torres marcou o gol do título da Espanha • Divulgação/Fifa

A Seleção Espanhola bateu a Argentina neste domingo (19), venceu o segundo título de Copa do Mundo em sua história e se tornou a primeira seleção a conquistar o bicampeonato no século 21. Além do troféu em 2026, a Fúria também ganhou o maior torneio de futebol do planeta em 2010.

Seis seleções diferentes levantaram o troféu da Copa do Mundo desde 2002, quando a Seleção Brasileira protagonizou o penta. Em 2006, a Itália foi a vencedora.

Depois do título da Espanha em 2010, a Alemanha conquistou o mundo em 2014, enquanto a França foi a ganhadora de 2018.

Vice em 2026, a Argentina foi a campeã em 2022 e também poderia ter sido a primeira bicampeã do século.

Campeões do Mundo no século

  • Brasil (2002)
  • Itália (2006)
  • Espanha (2010)
  • Alemanha (2014)
  • França (2018)
  • Argentina (2022)
  • Espanha (2026)

Espanha bicampeã

A Espanha é campeã da Copa do Mundo 2026! A equipe venceu a Argentina por 1 a 0 na grande final disputada neste domingo (19), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

O gol heroico foi marcado por Ferran Torres, no segundo tempo da prorrogação. Após cruzamento de Pedro Porro, Nico Williams ajeitou de cabeça para trás, e o atacante soltou um chute forte de esquerda para abrir o placar.

A partida ficou marcada pela superioridade espanhola. Aos poucos, o time de Luis de la Fuente aumentou o ritmo, foi mais incisivo e marcou na 20ª finalização, enquanto os argentinos sequer chutaram contra a meta de Unai Simón até então. O volante Enzo Fernández foi expulso antes de a prorrogação começar.

 

Espanha começa melhor

A Espanha impôs sua proposta, teve mais posse e saiu com certa facilidade da tentativa de pressão alta da Argentina. Além disso, a marcação estava intensa sobre os atletas adversários que tinham a bola, gerando recuperações rápidas. Nesse contexto, a equipe criou a melhor chance em finalização de Lamine Yamal. Ele formou trio com Rodri e Olmo como os jogadores mais ameaçadores em subidas pelo lado direito.

Com Messi apagado, a Argentina não conseguiu manter a posse pelo meio e foi obrigada a buscar lançamentos para acionar os atacantes em velocidade contra a linha alta espanhola, estratégia que não funcionou.

Ritmo se mantém

Após a parada para hidratação, o tom da primeira metade da etapa inicial foi mantido. A Espanha até tentou ser mais vertical e finalizou duas vezes, com Cucurella e Oyarzabal, mas ainda travou nas criações de oportunidades claras. A Argentina não teve controle da partida, não contra-atacou e não potencializou Messi, terminando sem chutar ao gol.

Argentina tenta travar, e Espanha segue crescendo

No segundo tempo, com a entrada de Paredes, a Argentina buscou bloquear o centro do campo. Além disso, passou a fazer mais faltas e procurar embates. A Espanha superou a tentativa de bloqueio e até aumentou o ritmo, levando ainda mais perigo. Dibu Martínez foi obrigado a fazer algumas defesas, enquanto Unai Simón não trabalhou.

Enzo é expulso

Enzo Fernández recebeu um cartão amarelo por reclamação e, nos últimos minutos, fez falta em Cubarsí. Ele recebeu a segunda advertência, sendo expulso.

Emoção na prorrogação

Com um a mais, a Espanha se lançou ainda mais ao ataque e teve chances. Nico Williams teve um gol anulado. A Argentina demonstrou muita garra e se segurou com um a menos.

No início da segunda etapa da prorrogação, os espanhóis finalmente transformaram a superioridade em gol: Ferran Torres marcou o gol do título. O atacante ainda fez mais um, mas o lance foi anulado por impedimento. 

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Nikolas Mondadori é formado em Jornalismo pela PUC-RS e pós-graduado em análise do discurso midiático. Trabalha como correspondente do Itatiaia Esporte do Sul do Brasil. Passou por Rádio Gaúcha, jornal Zero Hora e portal GZH.

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