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Rodrigo Caetano explica por que Ancelotti fica na Seleção após queda nas oitavas da Copa

Dirigente desembarcou no Brasil na madrugada desta quarta-feira (8), após a eliminação para a Noruega

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Rodrigo Caetano, coordenador executivo da Seleção Brasileira
Rodrigo Caetano, coordenador executivo da Seleção Brasileira • Rafael Ribeiro/CBF

Coordenador Executivo das Seleções Brasileiras da CBF, Rodrigo Caetano avalia como positivo o trabalho de Carlo Ancelotti na Copa do Mundo. O dirigente desembarcou no Rio de Janeiro na madrugada desta quarta-feira (8), três dias após a derrota por 2 a 1 para a Noruega nas oitavas de final do Mundial.

Em entrevista no Aeroporto do Galeão, Rodrigo entende que o tempo dado ao treinador italiano foi curto, e mesmo assim, ele conseguiu dar as respostas satisfatórias que tornaram o Brasil competitivo na Copa do Mundo. 

Primeiro, foi um trabalho de um ano e quatro meses, e todos nós esperávamos chegar mais longe na Copa do Mundo. Mas a competição tem se mostrado muito equilibrada, e os jogos demonstram isso. Infelizmente, paramos nas oitavas de final, mesmo com a seleção em evolução. Ainda assim, a avaliação é positiva. Se não fosse, ele não teria permanecido nem tomado a decisão de seguir no cargo

Rodrigo Caetano, coordenador de Seleções da CBF

Rodrigo Caetano ainda revelou que espera que o ciclo para a Copa do Mundo de 2030 seja mais estável. Entre 2022 e 2026, o Brasil teve quatro treinadores: Ramon Menezes, Dorival Júnior, Fernando Diniz e Carlo Ancelotti. 

“Já falamos depois do jogo que a continuidade da própria CBF é, na minha opinião, um ponto de partida. Para que a gente não tenha um ciclo como foi o anterior, essa estabilidade dada à comissão técnica é um aspecto positivo. Por mais que o resultado realmente não tenha sido o esperado por todos nós, não só pelos atletas e pela comissão, mas por todo o povo brasileiro, tivemos muitos jogadores jovens que ganharam minutagem, foram bem aproveitados e até se afirmaram nesta Copa do Mundo. Acho que é a partir daí que começamos a pensar nos amistosos de setembro e outubro, com a esperança de termos um ciclo muito mais estável do que o anterior”, disse o dirigente.

Carlo Ancelotti, treinador da Seleção Brasileira • Rafael Ribeiro/CBF
Carlo Ancelotti, treinador da Seleção Brasileira • Rafael Ribeiro/CBF

Desembarque no Rio de Janeiro

Pouco menos de 72 horas após a triste eliminação no Metlife Stadium, a delegação da Seleção Brasileira desembarcou no Rio de Janeiro com apenas um jogador dos 26 convocados: o lateral-direito Danilo. Os outros atletas decidiram retornar por conta própria para as férias ou para os respectivos clubes.  

Além do defensor, o voo trouxe integrantes do estafe da CBF, como representantes dos departamentos de comunicação, marketing e segurança. 

 

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Igor Varejano é jornalista formado pela UFOP. Tem experiência em esportes e cidades no rádio e em portais. Colaborou com Agência Primaz, Jornal Geraes e Rádio Real. Atualmente é repórter do Itatiaia Esporte.

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