Ex-Manchester United dispara sobre Seleção Brasileira: 'Falta vergonha na cara'
Rafael fala sobre queda do Brasil na Copa do Mundo diante da Noruega

Ex-lateral de Fluminense, Manchester United, Lyon e Botafogo, Rafael disparou após a eliminação do Brasil na Copa do Mundo, diante da Noruega, no domingo (5).
O ex-jogador discorda das análises que falam "falta de técnica" da Seleção Brasileira. Para Rafael, o que "falta é vergonha na cara".
"Estou vendo um monte de analista, comentarista, falando que falta qualidade. Falta qualidade? Falta vergonha na cara para o Brasil, gente, pelo amor de Deus. A Noruega, tecnicamente, de qualidade, é 80% ou 90% pior do que o Brasil. Tecnicamente", comentou Rafael no Instagram.
"Aquele grandão que jogou na esquerda ontem (Sorloth), o Douglas Santos embrulhou ele. O técnico tirou e botou outro. Pelo amor de Deus, falta vergonha, o Brasil tem que jogar para ganhar, para correr, da onde estão tirando qualidade? A Noruega ganhou de 2 a 0 jogando com uma seleção 90% pior que a nossa", afirmou.
Pela primeira vez na história, o Brasil disputou uma Copa do Mundo sob o comando de um treinador estrangeiro. O italiano Carlo Ancelotti foi o responsável por levar a Seleção Brasileira até as oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, quando acabou derrotada pela Noruega por 2 a 1, neste domingo (5), no MetLife Stadium, em Nova Jersey.
E ele deverá seguir à frente da equipe na busca pelo sonho do hexacampeonato em 2030. Ancelotti e a CBF firmaram um contrato válido até após o término da próxima Copa do Mundo. Ou seja, o italiano tem vínculo para comandar a Seleção Brasileira durante todo o próximo ciclo mundialista.
Até o momento, não houve qualquer movimentação para encerrar esse acordo, nem por parte da entidade máxima do futebol brasileiro nem do estafe de Carlo Ancelotti, que assumiu o comando da equipe há pouco mais de um ano.
Ao todo, Ancelotti soma 17 partidas à frente da Seleção Brasileira, com 10 vitórias, quatro empates e três derrotas. Na campanha da Copa do Mundo de 2026, foram três vitórias, um empate e uma derrota.
Chefe de reportagem e ex-correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Apaixonado por esportes, pela arquibancada e contra torcida única.



