Copa do Mundo: saiba quando o Mundial passou a ter mascotes
Representantes de cada edição já se tornaram um símbolo da maior competição de futebol do mundo, mas nem sempre foi assim

Os mascotes da Copa do Mundo se tornaram parte inseparável da identidade do torneio. Mais do que personagens simpáticos, eles ajudam a comunicar a cultura do país-sede, aproximam o Mundial do público infantil e se transformam em poderosas ferramentas de marketing. Essa tradição começou oficialmente na Copa do Mundo de 1966, na Inglaterra, marcando uma nova fase na forma como a Fifa apresentava o maior evento do futebol ao mundo.
O primeiro mascote da história das Copas foi o Willie, um leão vestido com a camisa da seleção inglesa e o nome “World Cup” estampado no uniforme. O leão é um dos símbolos nacionais da Inglaterra e representava força, tradição e orgulho esportivo.
A Copa do Mundo de 1966 também ficou marcada dentro de campo, com o primeiro e único título mundial da Inglaterra, conquistado em casa após a vitória por 4 a 2 sobre a Alemanha Ocidental, na final disputada em Wembley, em Londres.
Fora das quatro linhas, Willie inaugurou uma nova linguagem visual para o torneio, aparecendo em cartazes, produtos licenciados e materiais promocionais, abrindo caminho para que os mascotes se tornassem presença obrigatória nas edições seguintes.
Os mascotes da Copa do Mundo de 2026
A Copa do Mundo de 2026, que será realizada de forma inédita em três países: Estados Unidos, México e Canadá. No dia 25 de setembro de 2025, a Fifa apresentou ao mundo Maple, Zayu e Clutch: os mascotes do próximo Mundial.
Maple, o Alce (goleiro): o nome faz referência à folha que é símbolo da bandeira do Canadá. A folha, presente na bandeira canadense, significa força, resistência e a flora do país. O alce, animal escolhido para dar vida ao mascote, é tradicional em várias partes do país norte-americano.
Zayu, o Jaguar (atacante): nascido nas selvas do sul do México. Atacante, O nome foi inspirado em palavras indígenas para “unidade, força e alegria”. Segundo a Fifa, é um símbolo de celebração cultural por meio da culinária, dança e outras tradições.
Clutch, a Águia Careca (meio-campista): o nome faz referência a expressão “clutch”, que no vocabulário estadunidense é utilizado para dizer que um determinado atleta é decisivo nos momentos mais importantes da partida. A águia é um símbolo nacional dos Estados Unidos presente em diversos brasões e insígnias.
Giovanna Rafaela Castro é jornalista graduada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Amante de esportes e suas diversas ramificações no extracampo. Passagem por Estado de Minas.



