Copa do Mundo: qual e como foi o 100º jogo do Brasil na história das Copas
No dia 23 de junho de 2014, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, o Brasil goleou Camarões por 4 a 1, pela fase de grupos

A Brasil alcançou, na Copa do Mundo de 2014, uma marca histórica: o 100º jogo da equipe na história das Copas do Mundo.
E o feito veio com vitória. No dia 23 de junho de 2014, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, o Brasil goleou Camarões por 4 a 1, pela fase de grupos.
O jogo 100: Brasil dominante e classificação garantida
A partida marcou não apenas um número simbólico, mas também a confirmação da classificação brasileira para o mata-mata.
Os gols foram marcados por:
- Neymar (2x)
- Fred
- Fernandinho
Joel Matip descontou para os camaroneses.
Com atuação segura e ofensiva, o Brasil fechou a fase de grupos na liderança, mostrando força diante da torcida.
Campanha até o jogo histórico
Antes do confronto contra Camarões, a Seleção já havia disputado dois jogos:
- Brasil 3 x 1 Croácia (estreia)
- Brasil 0 x 0 México
Com a vitória na terceira rodada, a equipe comandada por Luiz Felipe Scolari garantiu vaga nas oitavas de final.
Depois: da esperança ao trauma
Após o 100º jogo, o Brasil seguiu vivo na competição e chegou até a semifinal:
- Oitavas: vitória sobre o Chile (nos pênaltis)
- Quartas: vitória sobre a Colômbia
Mas a trajetória terminou de forma traumática. Na semifinal, a Seleção sofreu a histórica derrota por 7 a 1 para a Alemanha, no Mineirão, um dos resultados mais marcantes (e dolorosos) da história do futebol.
Marco dentro de uma história gigante
Alcançar 100 jogos em Copas do Mundo é algo que reforça a grandeza da Brasil no cenário internacional.
Maior participante da história dos Mundiais, o Brasil construiu esse número ao longo de décadas de protagonismo, títulos e campanhas marcantes.
E, curiosamente, o jogo simbólico veio com goleada, classificação e protagonismo, ainda que inserido em uma Copa que terminaria de forma amarga.
Entre números e memórias
O 100º jogo do Brasil em Copas não é lembrado apenas pelo placar ou pelos gols. A partida acaba se estabelecendo como um marco estatístico que reforça o tamanho da Seleção e que, como a própria Copa de 2014 mostrou, também carrega contrastes entre glória e frustração.
Repórter em formação com experiência em coberturas locais e interestaduais, com atuação em diferentes frentes do jornalismo. Apaixonado por esportes, especialmente futebol, acompanha o cenário nacional e internacional, com foco em contexto, informação e curiosidades do jogo. Acumula passagem por No Ataque e Estado de Minas.
