A Copa do Mundo de 2026 será histórica. Pela primeira vez, a competição terá um formato com 48 seleções e será realizada em três países: Estados Unidos, México e Canadá.
A competição, que terá início em junho, contará com a presença de novas nações que disputarão o torneio pela primeira vez. O aumento de vagas proporcionado pela ampliação da competição deu oportunidade para que países conquistassem a classificação inédita e entrassem para o principal evento esportivo do planeta.
Uma das quatro seleções que fará sua estreia absoluta na Copa do Mundo em 2026 é Cabo Verde. Os “Blue Sharks”, como são conhecidos, garantiram sua vaga pela primeira vez ao terminar em primeiro lugar no Grupo D das Eliminatórias Africanas, com uma vitória por 3 a 0 sobre Eswatini, em 13 de outubro de 2025, superando equipes tradicionais e se tornando um dos menores países em população a chegar ao Mundial.
Seleção de Cabo Verde celebra classificação para Copa de 2026
Outra seleção inédita será Curaçao, país insular do Caribe que brilhou nas eliminatórias da Concacaf. A equipe conquistou sua vaga ao terminar em primeiro lugar em seu grupo, assegurando o direito de disputar o Mundial pela primeira vez na história.
Seleção de Curaçao comemora vaga na Copa do Mundo de 2026
O Uzbequistão também fará sua estreia no torneio. A equipe asiática, conhecida como “White Wolves”, garantiu classificação ao terminar entre os dois melhores na terceira fase das eliminatórias da AFC, em 5 de junho de 2025, consolidando um feito sem precedentes para o país no futebol internacional.
Seleção do Uzbequistão comemora vaga na Copa do Mundo de 2026
Fechando o quarteto de estreantes está a Jordânia. Os “Al Nashama”, como são apelidados, conquistaram seu lugar no Mundial ao vencer Oman por 3 a 0 e dependendo também de outros resultados na terceira fase de qualificação asiática.
Seleção da Jordânia comemora vaga na Copa do Mundo de 2026
Além desses quatro países–estreantes, a Copa do Mundo de 2026 contará com uma mistura de seleções tradicionais e equipes que retornam após longos períodos de ausência. Times como Nova Zelândia voltam ao torneio após 16 anos, enquanto outras como Haiti não disputam uma Copa desde a edição de 1974. Essa diversidade reflete a expansão global do futebol e a importância das oportunidades criadas pelo novo formato de qualificação.