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Caso Balogun: CBF se posiciona e defende árbitro Raphael Claus de acusação de Trump

Presidente dos Estados Unidos acusou juiz brasileiro de ser 'suspeito' e citou histórico

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Raphael Claus comanda o Athletiba na Arena da Baixada
Raphael Claus, árbitro brasileiro que está na Copa do Mundo • WILLIAN ABI/Pera Photo Press

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) defendeu o árbitro Raphael Claus de acusações feitas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O juiz brasileiro foi o responsável por expulsar Balogun, dos EUA, em caso que gerou desdobramentos sobre o cartão vermelho aplicado na ocasião.

Trump alegou que Claus é "suspeito" e apontou para o "histórico" do árbitro brasileiro, sem detalhar a acusação. A CBF se posicionou, através de nota enviada ao portal Ge.Globo, e fez diversos elogios ao juiz, além de descartar qualquer suspeita sobre o trabalho do profissional, que é um dos principais árbitros do país.

"Raphael Claus integra o quadro de árbitros profissionais da CBF, é reconhecido mundialmente como um dos melhores árbitros em atividade e possui uma trajetória marcada por excelência técnica, conduta ética e absoluto respeito ao futebol. Não há, em todo o seu histórico, qualquer elemento que o desabone ou que sustente qualquer tipo de suspeita", disse a entidade brasileira.

"A CBF refuta qualquer insinuação que coloque em dúvida a integridade de Raphael Claus. Trata-se de um profissional exemplar, cuja carreira é amplamente respaldada por avaliações técnicas, desempenho consistente e confiança das principais competições nacionais e internacionais", seguiu.

A CBF também reforçou compromisso com a "verdade, transparência a defesa intransigente de seus profissionais".

Raphael Claus aplica cartão vermelho em Estados Unidos x Bósnia • Reprodução/CazéTV
Raphael Claus aplica cartão vermelho em Estados Unidos x Bósnia • Reprodução/CazéTV

Caso Balogun, Trump, Claus e Estados Unidos

Em entrevista coletiva na Casa Branca, nesta segunda-feira (6), Donald Trump apontou que o lance da expulsão de Balogun durante o jogo entre EUA e Bósnia, nos 16 avos de final da Copa do Mundo, “não foi falta” e levantou suspeitas sobre o árbitro brasileiro Raphael Claus.

“E esse árbitro é um tanto suspeito, se você verificar o histórico dele. Não quero dizer isso porque não gosto de criar controvérsia, mas ele é muito suspeito. Se quiserem, posso mostrar o histórico dele”, disse Trump.

Ele, influsive, admitiu ter ligado para o presidente da Fifa, Gianni Infantino, e atuado para reverter a suspensão do atacante da Seleção Estadunidense.

"Você está me perguntando sobre toda essa questão do futebol. Sim, falei com o Gianni (Infantino). Aquilo não foi uma falta. Nem sequer foi uma infração. Eram dois caras correndo em velocidade máxima que acabaram se chocando", afirmou.

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Rafael Oliva é formado em Jornalismo pela PUC-SP, pós-graduando em Marketing e Mídias Digitais pela FGV e produtor audiovisual. Passou por Lance! e Câmara Municipal de São Paulo. Já cobriu o dia a dia de Santos, Palmeiras e diversos eventos esportivos na cidade de São Paulo. Na Itatiaia, cobre Palmeiras, São Paulo e outros esportes na capital paulista.

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