Oito meses sem ser o dono da faixa de capitão. Este foi o período que o atacante Hulk ficou longe da braçadeira pelo Atlético. O último duelo havia sido em 2 de agosto, no empate por 2 a 2 com o América, em duelo pelo Campeonato Brasileiro. Na derrota por 2 a 0 para o Cruzeiro, no sábado passado (3), ele voltou a ser o “líder” da equipe em campo.
Durante todo o período em que o paraibano abriu mão da função, a faixa rodou em alguns braços, e foi teve Guilherme Arana como primeira opção. Ele, inclusive, foi perguntado nesta terça-feira (5) sobre a mudança de ideia de Hulk.
“Quando fiquei sabendo que eu seria o capitão, Felipão já tinha deixado claro que seria por um tempo, por pedido do Hulk. Ele estava muito visado pelos árbitros. A faixa pode estar com qualquer um, pois todo mundo tem voz ativa no grupo. Fico muito tranquilo em relação a isso. Sou de grupo e não sou de criar polêmica. A faixa está bem representada com o Hulk, que é meu irmão, meu amigo, e representando melhor do que ninguém a camisa do Atlético”, destacou o camisa 13.
Polêmicas com Hulk
Em 2023, Hulk ganhou os noticiários pelos cartões amarelos em excesso e também por algumas expulsões. Nos microfones, o camisa 7 deu declarações polêmicas e acabou criando fama ruim com os árbitros, seus principais alvos.
Em muitas partidas, o então capitão do Atlético reclamava que não havia diálogo em campo e qualquer observação era motivo de punição. Além disso, os critérios adotados pela arbitragem tiravam do sério o ídolo da torcida.
Para sair do holofote, o paraibano abriu mão da função de capitão e também deu um tempo nas entrevistas pós-jogos. Até o duelo com o Cruzeiro, inclusive, ele manteve a prática de não se pronunciar. A última vez que foi sabatinado por jornalistas, em entrevista coletiva na Cidade do Galo, foi em 5 de dezembro.
Participe do canal da Itatiaia no Whatsapp e receba as principais notícias do dia direto no seu celular.