Contratado pelo Atlético em 2017, como membro da comissão fixa de Oswaldo de Oliveira, Thiago Larghi recebeu importante oportunidade do clube no ano seguinte. Acionado como interino, ele ocupou a vaga deixada pelo antigo comandante, já em fevereiro, e realizou o primeiro trabalho da carreira como “dono da prancheta”.
Em outubro daquele ano, o carioca, deixou o clube após comandar Ricardo Oliveira, Fábio Santos e companhia em 49 jogos. Nestes, ele obteve 23 vitórias, 12 empates e 14 derrotas.
“Treinar o Atlético foi uma grande honra para mim. Foram 49 jogos, quase nove meses, sendo um grande aprendizado. Talvez não tenha tido a paciência como se tem com outros, mais experientes ou os estrangeiros, que muitas vezes são amarrados em bons contratos, o que dificulta o desligamento”, destacou em exclusiva à Itatiaia.
“Estávamos bem e dentro da meta estabelecida pela diretoria, que era estar entre os seis primeiros, tínhamos o ataque mais positivo do Brasileiro, o segundo que mais finalizava. Tínhamos um padrão de jogo, com uma equipe com bastante qualidade e desempenho. Foram mais de 26 milhões de euros em vendas. Foi um bom ano o 2018, quando não houve tantos investimentos, pelo contrário, foi um ano de grana bastante curta lá", foi além.
Atualmente, Larghi atualmente é treinador da equipe Sub-20 do Sport-PE, onde trabalha desde setembro. Após deixar o Galo, ele viveu período sabático e em 2020 fez trabalho curto no comando do Goiás.