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Cavani e Almirón, do Boca, lamentam violência no Rio: ‘Dor e preocupação’

Atacante uruguaio e técnico argentino falaram sobre a situação antes da final da Copa Libertadores, com brigas entre tricolores e torcedores argentinos

As cenas de violência envolvendo torcedores de Boca Juniors e Fluminense no Rio de Janeiro, nos dias que antecedem a final da Libertadores, não passam despercebidas pela delegação argentina. O técnico Jorge Almirón e o atacante Edinson Cavani falaram sobre os episódios com “tristeza”.

“Sinto tristeza. Hoje em dia, quando tudo avançou tecnologicamente, em nível social, ainda estamos passando por coisas assim. A segurança poderia ter feito mais, é algo importante para um espetáculo como o de amanhã, que é para se aproveitar. Que seja assim. É triste. Pedimos que não aconteça mais”, disse Cavani, em sua entrevista no Maracanã.

“Falaram em portões fechados, mas isso precisa ser um espetáculo como uma final de Libertadores. Que não aconteça mais, que se acalme e seja uma grande festa amanhã", completou.

“Sentimos o que aconteceu ontem, com dor e preocupação, pois nossas famílias estão viajando. São muitos argentinos que passam férias aqui, é um país maravilhoso, que sempre nos recebe bem. A torcida vem apoiar a equipe, é uma mobilização histórica, e só querem apoiar a equipe”, explicou Jorge Almirón.

“Nossos sentimentos a toda gente. É um evento para todo o mundo, que não aconteça mais. Que todos possam desfrutar da final”, finalizou o treinador do Boca Juniors.

Jornalista esportivo desde 2006 e com passagens por Lance!, Extra e assessorias de marketing esportivo. É correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Tem pós-graduação em Jornalismo Esportivo e formação em Análise de Desempenho voltado para mercado.
Jornalista e correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Apaixonado por esportes, pela arquibancada e contra torcida única.
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