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Marcelo compara John Kennedy a Romário e ícone do Cruzeiro; confira

Lateral-esquerdo do Fluminense ressaltou as qualidades do jovem atacante, que se destacou em 2023

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John Kennedy segue no Fluminense
John Kennedy segue no Fluminense • Lucas Merçon/Fluminense

Autor do gol do título da Copa Libertadores, John Kennedy foi muito elogiado por Marcelo, ídolo do Fluminense e do Real Madrid. Em entrevista ao PodPah, o camisa 12 classificou o goleador como uma mistura de dois grandes craques: Romário e Ronaldo Fenômeno, atual socio-proprietário do Cruzeiro.

“John Kennedy é iluminado, é um moleque que vai sobrar para ele. Eu acho que eu já falei isso. Para mim, ele é a mistura de Ronaldo com Romário (risos). Vamos lá... Não estou comparando (as carreiras), mas eu acho que como ele conduz a bola... as características... Meu irmão, é incrível”, contou.

Marcelo ainda ressaltou os pontos fortes do camisa 9 tricolor, que desfalca a equipe na estreia na Copa Libertadores, na quarta (3), às 21h30 (de Brasília), diante do Alianza Lima-PER, em Lima.

“É bizarro. A arrancada, a força, ele corta, e vai, chuta de bico, e cavada, e tudo. É bizarro. Ele é iluminado. Eu acho que ele está indo por um bom caminho, o Diniz ajuda muito ele” opinou.

Admiração por Fernando Diniz

Fã assumido de Fernando Diniz no Fluminense, o lateral-esquerdo Marcelo elogiou o comandante tricolor, que levou a equipe à primeira conquista da Copa Libertadores no ano passado. E ele não poupou palavras até nas comparações.

Marcelo comparou o trabalho do técnico tricolor com o de José Mourinho, com quem trabalhou nos tempos de Real Madrid.

“Ele parece muito o Mourinho. Essa questão de tática, essa loucura maravilhosa, eu adoro. Mas ele consegue mexer no ponto que o cara precisa. Teve um jogo contra o Flamengo e ele falou: “Faz o que tu quiser. Se errar, foda-se! Aqui não tem isso”. Aí eu domino a bola, vou na frente e achei que o Ganso estava atrás de mim. Aí eu domino a bola, girei e, quando dou o passe, a bola sai. Aí ele: “Porra, tá de sacanagem?”. Eu falei: “Ué. Não era foda-se?”. Ele: “Não dá pra errar essa bola”. Não era dura porque eu errei. Ele é tipo pai mesmo. Acho muito maneiro”, disse, destacando a relação:

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Jornalista em formação na UFMG. Apaixonado por futebol e esportes em geral.

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Jornalista esportivo desde 2006 e com passagens por Lance!, Extra e assessorias de marketing esportivo. É correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Tem pós-graduação em Jornalismo Esportivo e formação em Análise de Desempenho voltado para mercado.