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WePink: empresa de Virginia, 'investigada' pela PF, teve faturamento bilionário

Influenciadora digital revelou quanto marca de cosméticos faturou em 2025

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Virginia Fonseca, empresária e influenciadora digital
Virginia Fonseca, empresária e influenciadora digital • Reprodução | Redes Sociais

A marca de cosméticos de Virginia Fonseca, a WePink, faturou mais de R$ 1 bilhão em 2025. A informação foi divulgada pela própria influenciadora digital no início deste ano.

A empresária comemorou os números atingidos pela empresa no ano passado e revelou o valor total faturado. “Ano passado foi R$ 1,3 bilhão, mas esse ano ainda não falei de faturamento”, contou em entrevista ao Portal Leo Dias.

As informações foram resgatadas após vir à tona a notícia de que a influenciadora digital estaria sendo investigada pela Polícia Federal por conta de movimentações milionárias.

O levantamento detalhado foi exposto inicialmente pela revista Piauí e repercutido pelo jornal Extra.

As informações divulgadas pela revista mostram que, além da empresária estar sendo investigada, a origem da WePink, pode ter relação com a 'Japa do PCC'.

Empresa de Virginia teria ligação com 'Japa do PCC', diz revista

De acordo com a publicação da revista Piauí, Karen teria sido uma das sócias da "Pink Lash", empresa que originou a atual "WePink".

Segundo os jornalistas, Karen Mori era sócia de Samara Martins e Thiago Stabile, atuais parceiros de Virginia nos negócios. Em entrevista à publicação, ela afirmou ter investido R$ 800 mil na abertura da primeira unidade da Pink Lash, em 2017, em São Paulo.

Karen afirmou à revista que o dinheiro utilizado teria origem na venda de um carro pertencente ao marido na época. O marido em questão é Wagner Ferreira da Silva, já falecido, conhecido como "Cabelo Duro", apontado pelas autoridades como integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC).

A Piauí relata que Mori participou da operação da Pink Lash nos primeiros anos do negócio e afirma que mantinha uma relação próxima com Samara Martins e Thiago Stabile.

A sociedade, no entanto, teria sido encerrada posteriormente, quando os empresários passaram a desenvolver a WePink, ao lado de Virginia Fonseca.

Procurada pela revista, Virginia afirmou que conheceu Karen Mori em eventos relacionados à Pink Lash, mas declarou que não associa pessoas a possíveis envolvimentos de terceiros apenas por relações comerciais ou convivência. A influenciadora também disse confiar nos sócios e que nunca teve motivos para suspeitar deles.

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Mariana Taveira é estagiária do portal Itatiaia. Graduanda em Jornalismo pela UFMG, atua na cobertura de Minas Gerais, Brasil, Mundo e Entretenimento. Foi estagiária de produção na Record Minas e é entusiasta de narrativas que nascem do cotidiano e das paixões coletivas.