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Projeto que relembra a trajetória de Preta Gil ganha data de lançamento

Trajetória de Preta Gil será homenageada com o projeto 'Quanto Mais Preta Melhor'

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Preta Gil • Mauricio Fidalgo

A trajetória da cantora Preta Gil (1974-2025) será homenageada com o projeto “Quanto Mais Preta Melhor”, que será lançado no dia 20 de julho, data de um ano de morte.

A iniciativa reúne o filme documental “Preta Gil - Eu Não Ando Só”, exibido na data pela TV Globo, e a estreia da série “Meu Nome é Preta”, com quatro episódios no Globoplay.

O documentário foi idealizado pela filha de Gilberto Gil antes de sua morte e reúne registros pessoais e bastidores de sua carreira artística.

A produção tem direção de Sandra Kogut e Mônica Almeida, roteiro de Renato Terra, além de produção executiva de Fernanda Neves e produção de Elaine Sá.

Já a série do Globoplay foca na trajetória de Preta a partir do olhar de amigos e familiares que compartilharam sua vida com a artista.

O projeto é assinado por Mini Kerti na direção, Carolina Jabor, Renata Brandão e Luísa Barbosa na produção, e Victor Nascimento no roteiro. A produção associada é de Flora Gil, madrasta de Preta.

Entre os depoimentos e participações estão nomes como Carolina Dieckmann, Regina Casé, Duh Marinho, Gominho, Ivete Sangalo e Ana Carolina. Familiares como Gilberto Gil, Fran Gil, Flora Gil e Bela Gil também participam da produção.

• Reprodução / Leo Franco - Agnews
• Reprodução / Leo Franco - Agnews

Morte de Preta

Diagnosticada com câncer no intestino em janeiro de 2023, a filha de Gilberto Gil Sandra Gadelha morreu aos 50 anos no dia 20 de julho de 2025, em Nova York, nos Estados Unidos (EUA).

O corpo dela foi repatriado para o Brasil no dia 23 e chegou no país no dia seguinte para as cerimônias de despedida.

velório foi aberto ao público no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, no Centro da capital. Por lá, fãs e admiradores prestaram as últimas homenagens e se despediram da cantora.

Em seguida, o corpo de Preta foi encaminhado, em cortejo, para Crematório e Cemitério da Penitência, no bairro Caju, zona portuária do Rio de Janeiro, onde foi cremado em cerimônia particular para a família e amigos próximos.

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André Viana é jornalista, formado pela PUC-MG. Já trabalhou como redator e revisor de textos, produtor de pautas e conteúdos para rádio e TV, social media, além de uma temporada no marketing.