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‘Precisei ter coragem’: Paolla Oliveira revela maratona e detalha fantasia que agitou o Carnaval

Em entrevista, a estrela fez um balanço sobre o Carnaval e repercussão de sua maratona na folia

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Paolla Oliveira faz balanço do Carnaval em que brilhou como onça
Musa deixará o Carnaval para dar prioridade a outros projetos • Redes Sociais | Felipe Braga | Divulgação

Durante o Carnaval, Paolla Oliveira compartilhou sua rotina corrida nas redes sociais. Agora, a atriz observa aumento do engajamento, especialmente no Instagram. Musa da Grande Rio, a atriz desfilou com uma fantasia única no domingo (11).

Mas todos esses resultados vieram de esforço e paixão pela folia. Durante os dias oficiais, a atriz fez 15 aparições públicas. Todas com looks diferentes e exclusivos. Em uma das datas, Paolla participou de três eventos, além de comparecer aos ensaios da Grande Rio.

Saldo do Carnaval

Esse engajamento foi uma surpresa. Eu sou uma atriz, não sou uma nativa das redes, da área digital

Paolla também compartilhou que foi se permitindo conhecer as redes e que influência traz responsabilidade. "Agora sinto que estou mais aberta para falar do que quero. E falar o que se quer é uma responsabilidade, porque as pessoas nem sempre vão concordar com você", reflete.

Coragem para ser onça

Na entrevista, a estrela compartilhou como foram os momentos com a fantasia. "Até para me mover de onça, eu precisei ter coragem, porque não dependia só de mim, havia um mecanismo e podia ter acontecido algo errado, eu enxergava pouco quando a máscara abaixava".

Aceitação e empoderamento

Levantando a bandeira de aceitação do corpo, ela completa: “Chamei uma equipe de mulheres para a série de vídeos desse ano para falar de coisas íntimas, de colocar em perspectiva pensamentos femininos. E eu acho que comecei preenchida e por isso vem o engajamento, a troca, a identificação. Então me sinto feliz, grata mesmo por ter encontrado ecos em outras mulheres, outros recortes”.

Após décadas de carreira, a atriz afirma que aprendeu a lidar com os julgamentos. “As críticas tomaram a proporção que elas tinham que tomar na minha vida. Eu respeito as críticas, aprendo com elas. Mas aprendi que a gente tem que colocá-las no devido lugar para elas não te paralisarem”.

* Com supervisão de Lucas Borges

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Pablo Paixão é graduado em Jornalismo, pela UFMG, e em Cinema e Audiovisual, pelo Centro Universitário UNA BH. Tem experiência em diferentes áreas da comunicação e marketing. Com passagem pela TV UFMG, na Itatiaia atuou inicialmente nas editorias de Entretenimento, Cultura e Minas Gerais. Atualmente, colabora com as editorias Pop e Carnaval.

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