Sem esconder a irritação, Luciana compartilhou a mensagem, parcialmente coberta por emojis de raiva, e criticou a atitude. “Chupar um p*u de 18 cm”, escreveu um seguidor.
Revoltada, Luciana questionou o comportamento e a índole de quem enviou a pergunta. “Olha, eu abro a caixinha de perguntas e me deparo com um homem me mandando isso. Eu queria entender quando a pessoa manda isso. Primeiro que nem deve ser tudo isso de tamanho, para falar isso é porque está com problema psicológico”, afirmou.
Em seguida, Luciana criticou mais uma vez a pessoa que enviou a mensagem e a classificou como desnecessária. “Segundo, que coisa mais desnecessária, que coisa mais escrota. Falar tamanho de…Acha que vou falar o que? ‘Uau, meu Deus, vou lá ver quem é esse cara’. Homens, menos”, respondeu.
Luciana foi citada nos arquivos de Epstein
A apresentadora Luciana Gimenez negou qualquer tipo de ligação com o caso Epstein. Em um vídeo publicado nesta quarta-feira (11), a artista afirma que foi vítima de avaliações equivocadas das suas movimentações financeiras feitas no Deutsche Bank, nos Estados Unidos. O banco alemão, que tem sede em Nova York, enviou documentações solicitadas pela justiça norte-americana. Os documentos se tornaram públicos nas últimas semanas.
Em um dos documentos que se tornaram públicos, o nome de Luciana Gimenez aparece em um extrato bancário próximo de uma quantia de US$ 12 milhões (cerca de R$ 62 milhões). A artista foi taxativa ao dizer que nunca recebeu essa quantia de terceiros e nunca movimentou a quantia no banco indicado. Segundo Gimenez, uma interpretação equivocada dos documentos transformou a vida dela a da família um “pesadelo”.
“Eu tenho 25 anos de televisão. Todo mundo me conhece, todo mundo sabe da minha vida, da minha dedicação aos meus filhos. Dito isso, eu tenho repúdio, ódio, nojo desse cidadão”, disse a apresentadora.
“Esses documentos são referentes a todas as movimentações das pessoas que tinham conta, neste dia, neste banco, em 2019, eu inclusive. Não é que são contas do Jeffrey Epstein. Eu acredito que devem ter também contas de pessoas suspeitas, mas esses documentos são de todas as pessoas que fizeram transações aleatórias, neste banco, neste dia, em Nova York”, complementou Gimenez.