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Live action de Branca de Neve produzido pela Disney estreia mergulhado em polêmicas

Longa enfrenta obstáculos antes mesmo de entrar em cartaz

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Cena do remake em live action do clássico da Disney "Branca de Neve"  • Divulgação

O filme em live action da Branca de Neve, dirigido por Marc Webb, entrou em cartaz no Brasil em 20 de março. O filme carrega uma coleção polêmicas que alcançaram até o conflito entre Israel e Palestina na Faixa de Gaza.

O imbróglio começou pela escalação da atriz Rachel Zegler, de ascendência colombiana, como protagonista do filme. Assim como aconteceu com o remake de “A Pequena Sereia”, a escalação da atriz principal gerou uma onda de reações negativas por parte de internautas racistas.

Além disso, Zegler também foi criticada por seu posicionamento pró-Palestina. Um comentário publicado na rede X pela atriz dizendo "lembrem-se sempre, Palestina livre" desencadeou uma avalanche de reações negativas.

No entanto, a aparência dessas "criaturas" no trailer gerou uma série de acusações de privação, por parte da Disney, da contratação de atores com esta condição para interpretar os papeis.

O entrosamento entre as atrizes principais tem sido alvo de críticas também. Além da qualidade da representação dos animais feita em CGI. Agora, com o filme em cartaz, resta acompanhar como toda essa turbulência pode afetar a recepção do longa pelo público e pela crítica e como será o desempenho do filme nas bilheterias.

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Amanda Alves é graduada, especialista e mestre em artes visuais pela UEMG e atua como consultora na área. Atualmente, cursa Jornalismo e escreve sobre Cultura e Indústria no portal da Itatiaia. Apaixonada por cultura pop, fotografia e cinema, Amanda é mãe do Joaquim.