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Ex-noiva de Liam Payne fala pela primeira vez após a morte do astro: 'Irreconhecível'

A modelo teve um relacionamento com Payne de 2018 a 2022, quando cancelou o noivado com ele

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Ex-noiva de Liam Payne contou sobre relação tóxica com o cantor em livro • Reprodução/ Redes sociais

A ex-noiva de Liam Payne, Maya Henry, se pronunciou pela primeira vez quatro meses após a morte do astro, que caiu da sacada de um hotel na Argentina, no dia 16 de outubro do ano passado. Ela relatou que o ex-One Direction usava heroína e chegou a enviar mensagens de texto 'picantes' para fãs.

A modelo teve um relacionamento com Payne de 2018 a 2022, quando cancelou o noivado com ele. Ela relatou à Rolling Stone que amava Liam, mas que ele estava irreconhecível devido às drogas. Ela contou que era colocada em 'situações inseguras e prejudiciais' enquanto ele lutava contra o vício.

"Inicialmente, foi o uso de drogas e os vícios que nos separaram. Qualquer um que já tenha estado com um viciado entende o quão difícil isso é. Embora eu o amasse profundamente, ele fez coisas que me machucaram de maneiras que nunca entenderei completamente, e ele continuou a me machucar anos depois que terminamos", relatou.

Morte de Liam Payne

Liam Payne foi encontrado morto no hotel Casa Sur, em Buenos Aires, na Argentina, no dia 16 de outubro. Testemunhas relataram à polícia que ele tentava ‘escapar’ do hotel.

A ocorrência iniciou depois de uma denúncia feita pelo gerente do estabelecimento. “Estou ligando do hotel Casa Sur, em Palermo. Temos um hóspede que está drogado e está destruindo o quarto inteiro. Precisamos que alguém venha”, disse ele.

No quarto dele, havia clonazepam, um medicamento controlado, suplementos energéticos e outros remédios. No local onde ele caiu, havia uma garrafa de uísque, um isqueiro e um celular.

Cinco dias após sua morte, a autópsia identificou uma substância conhecida como ‘cocaína rosa’ no sangue do artista, de acordo com o portal TMZ. Além da droga, o cantor teria feito o uso de álcool e medicamentos para ansiedade, epilepsia e crise do pânico.

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Formada pela PUC Minas, Maria Fernanda Ramos é repórter das editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo na Itatiaia. Antes, passou pelo portal R7, da Record.