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Esposa nega que Renato Aragão perdeu direito de uso do 'Didi', mas marca aparece registrada em nome de empresa chinesa

Renato Aragão não teria renovado o direito de uso do nome e a marca foi adquirida por uma empresa chinesa, como conta em sistema oficial

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Renato Aragão viveu Didi por mais de 60 anos
Renato Aragão viveu Didi por mais de 60 anos • Reprodução | Redes Sociais

A esposa do Renato Aragão, Lilian, negou que o ator tenha sido proibido de usar o nome Didi por ter perdido os direitos da marca, como foi noticiado por um colunista do portal UOL nessa quarta-feira (13).

Segundo o colunista, a marca "Didi" teria sido comprada pela empresa chinesa Beijing Didi Infinty, após ser usada por 60 pelo humorista. O empreendimento também teria adquirido o direito de usar a marca "Didizinho". A reviravolta aconteceu porque Renato Aragão não teria renovado o direito de uso do nome no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI).

Em entrevista ao GShow, Lilian Aragão negou a notícia: "De onde inventaram esse absurdo? É mentira", teria dito ela ao portal. Entretanto, no site do INPI, a marca aparece realmente registrada em nome da empresa chinesa, em uma concessão feita em maio de 2022, que dura até 2032. Além disso, a empresa ainda teria direito de fazer propaganda e publicidade online com a marca "Didi" por dez anos desde 2018.

A empresa não se pronunciou sobre o caso.

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