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Dupla sertaneja faz show sem público: relembre 'fracassos' de outros famosos na carreira

Situação já aconteceu outras vezes no mundo do entretenimento, inclusive com artista consolidados

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Ainda segundo o cantor, essa seria a primeira vez que a dupla era a atração principal • Reprodução / Redes Sociais

A dupla sertaneja Felipe e Matheus compartilhou nas suas redes sociais um show em Araguaína em que ninguém compareceu. Mas a dupla não foi a única a passar por uma situação parecida.

Sorriso Maroto

Em entrevista, Sergio Jr, responsável por composições da carreira do Sorriso Maroto, afirmou que nem sempre o grupo teve shows lotados. O músico afirmou que o grupo já fez shows que não tinham ninguém além dos seguranças da festa.

Carly Rae Jepsen

Em 2014, um evento de caridade em Toronto com a participação da cantora canadense Carly Rae Jepsen feito em uma cafeteria esperava vender cerca de 30 mil xícaras de chá. No entanto, quando o evento terminou, apenas 20 xícaras tinham sido vendidas.

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Arcade Fire

A banda Arcade Fire também já sofreu com shows vazios. Durante uma turnê, na América do Norte, em 2017, a banda tocou em locais com entre 10 e 20 mil lugares, mas com salas meio vazias.

Win Butler, vocalista da banda, reconheceu a situação e, em um show esgotado, com 15 mil fãs, em Vancouver, ele disparou: "Tocamos em cidades três vezes maiores e com metade do número de pessoas, então isso é realmente lindo para nós".

Gab Ferreira

Uma das apostas do indie brasileiro, a cantora Gab Ferreira abriu o primeiro dia do Lollapalooza 2023. No entanto, o autódromo de Interlagos, em São Paulo, pareceu ainda maior quando um público de apenas 40 pessoas compareceu à apresentação da artista.

Além do sol forte, ocorreram problemas na entrada do festival. Com isso, a cantora se apresentou para o pequeno público.


Gab Ferreira fez show para 40 pessoas o Lollapalooza 2023

Rick

O sertanejo Rick, da dupla com Renner, passou por uma situação semelhante às anteriores. No entanto, sua reação foi distinta.

Em 2015, o cantor se recusou a fazer um show em um clube de Guajará-Mirim, em Rondônia. De acordo com a organização do evento, Rick não subiu ao palco por causa do baixo público no local, 78 pessoas.

* Com supervisão de Marina Borges e produção de Talyssa Lima e Marina Dias.

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Pablo Paixão é graduado em Jornalismo, pela UFMG, e em Cinema e Audiovisual, pelo Centro Universitário UNA BH. Tem experiência em diferentes áreas da comunicação e marketing. Com passagem pela TV UFMG, na Itatiaia atuou inicialmente nas editorias de Entretenimento, Cultura e Minas Gerais. Atualmente, colabora com as editorias Pop e Carnaval.

 

 

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