Caso Diddy: rapper é acusado de drogar menina de 15 anos antes de estupro coletivo
A adolescente teria sido sedada com tranquilizante para cavalos

Mais uma denúncia está sendo feita contra Sean Diddy, preso no dia 16 de setembro sob acusações de incêndio criminoso, suborno, sequestro, tráfico sexual, associação ilícita e promoção da prostituição. De acordo com Tony Buzbee, advogado que lidera caso contra o rapper, uma jovem de 15 anos teria sido drogada pelo artista antes de um estupro coletivo.
Segundo Buzbee, a adolescente foi levada de avião para Nova York para comparecer a uma festa, onde foi drogada e encaminhada para uma sala privada na presença de Diddy. O advogado relatou que a adolescente, hoje uma mulher adulta, teria sofrido os abusos do cantor e seus convidados: "Essa mulher foi estuprada e então outros indivíduos se revezaram para estuprá-la", contou.
Leia mais:
Caso Diddy: Gisele Bündchen era ‘sonho’ de rapper em festas “freak-offs”; entenda
Caso Diddy: Rihanna responde se participava das festas do rapper que está preso
Diddy não come na prisão por medo de ser envenenado, diz jornal
Buzbee ainda acusa o rapper de usar tranquilizante de cavalo para drogar suas vítimas nas famosas 'freak offs'. A revelação aconteceu durante uma coletiva realizada na última terça-feira (1), que reforçou uma linha direta de denúncias contra Diddy. Após a divulgação, o canal chegou a receber cerca de 12 mil chamadas em apenas 24 horas e 120 novas denúncias estão sendo preparadas contra o artista.
Diddy nega as acusações
Erica Wolff, advogada que representa Diddy, negou as acusações. "O Sr. Combs nega enfaticamente e categoricamente como falsa e difamatória qualquer alegação de que ele tenha abusado alguém sexualmente, incluindo menores", disse.
Jornalista pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Atualmente, é repórter multimídia no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Antes passou pela TV Alterosa. Escreve, em colaboração com a Itatiaia, nas editorias de entretenimento e variedades.



