Caso Diddy: nova vítima afirma ter engravidado após ter sido drogada e abusada sexualmente
Queixa foi apresentada na Suprema Corte de Nova York nesta sexta-feira (27)

Uma mulher da Florida, que não foi identificada no processo, entrou com uma nova ação civil contra o rapper Sean Combs, conhecido como Diddy, P.Diddy e Puff Daddy, nesta sexta-feira (27). Ela alega que ela engravidou após ter sido drogada e abusada sexualmente e, depois, foi assediada e intimidada por anos.
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A queixa foi apresentada na Suprema Corte de Nova York, e segundo o documento, a mulher afirma que os abusos começaram em 2020 e continuaram até este ano. O processo pede que Diddy repare as lesões e os danos sofridos durante todos esses anos.
Caso Diddy
Sean Combs foi acusado no ano passado, mas o caso voltou a ocupar as manchetes da imprensa internacional após a prisão do rapper. Ele enfrenta acusações de incêndio criminoso, suborno, sequestro, tráfico sexual, associação ilícita e promoção da prostituição.
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O rapper costumava fazer ‘eventos sexuais’ chamados de ‘Freak-offs’, onde contratava garotos de programa para fazer sexo com as vítimas. Por vezes ele participava dos atos ou ficava apenas assistindo. Os eventos duravam horas e até dias, com os integrantes passando grandes quantidades de óleo de bebê no corpo e fazendo uso de drogas como cetamina, ecstasy e GHB (Boa Noite Cinderela). Os crimes eram gravados e usados como chantagem.
Caso as vítimas não quisessem participar, elas eram agredidas e ameaçadas por Diddy, como o caso da ex-namorada dele, Cassie, que o denunciou para a Justiça. Outras mulheres também prestaram queixa contra o rapper.
Tudo isso culminou na prisão de Diddy na semana passada. Ele chegou a solicitar o pagamento da fiança, mas teve o pedido negado e segue preso.
Ana Luisa Sales é jornalista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Na Itatiaia desde 2022, já passou por empresas como ArcelorMittal e Record TV Minas. Atualmente, escreve para as editorias de cidades, saúde e entretenimento



