O empresário Thiago Abreu, o Belinho, pai da cantora
À colunista Fábia Oliveira, do Metrópoles, Belinho esclareceu que, diferentemente do relatado pela ex, ele não a agrediu: “Ela invadiu a academia, me agrediu, agrediu a moça que estava comigo e foi quebrar todo o carro. Eu não a agredi em momento nenhum. Só fui tirá-la porque estava quebrando o painel todo da Porsche. Como ela me chutou, eu caí no chão junto com ela. Aí já veio o pessoal e a tirou de cima de mim para não me bater mais”, declarou.
Pelas redes sociais, Karen afirmou que foi agredida por Belinho no passado e que eles não estão juntos “há um bom tempo”. “Desejo, do fundo do meu coração, que ele seja feliz. Mas quando eu vi a pessoa usando a minha roupa, aí não dá, perdi a cabeça mesmo, achei muita falta de respeito”, afirmou.
“E aí foi o que aconteceu, que vocês viram. Ele me agrediu, e não foi pouco, tá? E não foi a primeira vez. É por isso que eu não quis voltar [...] Ninguém tem sangue de barata”, seguiu.
“Ele não deixava eu trabalhar. Se eu arrumava um emprego, ele ia à porta me tirar. Se eu arranjava outro trabalho, ele dizia que era por causa de homem. Sempre me acusando, dizendo que eu tinha que ficar em casa cuidando das crianças”, acrescentou.
“Não me orgulho da minha atitude. Eu errei, foi muito feio o que eu fiz e eu reconheço isso com muita humildade. Estou refletindo, aprendendo e assumindo a responsabilidade pelos meus atos. Que esse momento sirva de aprendizado e evolução para mim”, concluiu.
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Medida protetiva
Nesta quarta-feira (11), Karen Martins falou sobre a medida protetiva que Bela Angel, irmã de Melody, solicitou contra ela.
Conforme o portal LeoDias, a jovem alegou ter sido agredida pela ex-madrasta no momento em que ela e seu pai discutiam. No meio da confusão, Bela teria pegado o celular para gravar o episódio, quando teve o cabelo “puxado com violência, chegando a arrancar uma mecha do aplique”. Karen teria chamado a irmã de Melody de “prostituta” e “vagabunda” durante a confusão.
Pelas redes sociais, a influenciadora deu sua versão sobre os fatos: "É muito mais fácil sair como louca, claro que é. Para toda ação tem reação, tudo tem um motivo. Mas, referente ao inquérito policial, eu não bati em ninguém. A pessoa entrou filmando no meu quarto, eu pedi para ela se retirar. A pessoa continuou filmando, abaixou o celular, cuspiu na minha cara e me deu um tapa. Foi quando eu grudei no cabelo e a pessoa levantou o celular”, disse.
“Quem sabe o momento em que vai ser agredido? Mas isso tudo foi armado, porque foram à delegacia me chamar de agressora, pedir medida protetiva e dizer que eu não poderia vir à internet nem falar da pessoa e nem dos familiares. Então, eu fui brecada de falar. Estou respondendo a processo porque eu não posso falar nada. Entendedores entenderão”, encerrou.