No último domingo (18), o ex-participante
Antes de sair de fato, Pedro justificou sua ação. “Eu estava há dias querendo me segurar para não cobiçar as meninas, a Jordana principalmente, porque é parecida com minha esposa. Hoje eu acabei caindo nisso. Olhei pra ela, cobicei ela, desejei ela e achei que ela tinha dado moral e sido recíproco. A gente chegou na despensa e tentei beijar ela. Não era isso que ela queria”, afirmou.
Na manhã desta segunda-feira, o Governo Federal se manifestou em suas redes socias: “O Brasil assistiu a mais um episódio de assédio contra uma mulher. Se acontece até em rede nacional, imagina longe das câmeras”.
Governo Federal se pronunciou
Veja políticos que se posicionaram
Alguns políticos também se posicionaram contra a atitude de Pedro e cobraram soluções para o ocorrido.
“Lamentável a passagem de Pedro pelo BBB. Racismo religioso, assédio. Triste ver essas cenas em um programa em rede nacional, porque certamente isso não é entretenimento. Mas que sirva de reflexão para os muitos que cotidianamente banalizam e reproduzem atitudes como essas”, escreveu o deputado.
“Torço para que todos esses casos sejam infelizes acidentes. Mas, por enquanto, o histórico do programa é triste: em quase toda edição acabam convidando um assediador, e quase nunca convidam mulheres como a Ana Paula Renault. É, no mínimo, hora da Globo repensar seus processos. O assédio sexual afeta, sistematicamente, mais de 50% da população brasileira. ", ressaltou Erika.
A deputada federal
“O mais revoltante é que o assediador sequer se intimidou diante das câmeras da casa mais vigiada do Brasil. Isso demonstra a naturalização da violência contra as mulheres, que precisa ser enfrentada com firmeza”, escreveu.