BBB 26: irmãs de Alberto Cowboy abrem o coração antes do Paredão
Família vive expectativa enquanto brother enfrenta disputa decisiva e pode garantir vaga no Top 10

Neste domingo (29), Alberto Cowboy encara seu primeiro Paredão no BBB 26, disputando a permanência contra Leandro Boneco e Jordana. Fora da casa, a família do empresário torce por sua continuidade no reality da Globo.
Em entrevista ao site especializado gshow, as irmãs do participante, Ângela e Andréia Pimentel, falaram sobre sentimentos, expectativas e a visão que têm sobre o desempenho do brother no jogo.
Segundo Ângela, assistir ao irmão nessa situação é algo difícil de processar. "Dá vontade de trazer ele para perto, mas, ao mesmo tempo, sei que é importante que ele continue lá e sigo torcendo por isso", afirmou. Andréia reforça o sentimento de dualidade. "É uma mistura de querer que ele vá até o fim e, ao mesmo tempo, querer proteger."
A trajetória de Alberto Cowboy no programa tem sido marcada por confrontos e momentos decisivos. Um dos principais pontos de tensão é a rivalidade com Ana Paula Renault, que protagoniza alguns dos embates mais comentados da edição. Para as irmãs, os conflitos são consequência natural de personalidades fortes em um ambiente de pressão constante.
"Elas têm perfis diferentes e opiniões bem definidas. Esse tipo de choque acaba acontecendo, ainda mais dentro de um jogo como o Big Brother Brasil, onde tudo é intensificado", explicou Ângela.
Caso consiga escapar da eliminação, a expectativa é de que o retorno fortaleça não só o jogador, mas também seus aliados. "Vai mexer bastante com a casa. O grupo dele ganha mais confiança e ele deve voltar ainda mais determinado", avaliou. Andréia concorda e acredita que o resultado pode impactar diretamente as estratégias dos adversários.
Para a família, a participação atual representa uma evolução em relação à primeira passagem de Alberto pelo reality, no BBB 7. As irmãs destacam que, desta vez, ele demonstra mais estratégia, firmeza e controle emocional.
"Aquela imagem de vilão ficou no passado. Hoje ele mostra que é um jogador completo, com garra e posicionamento", disse Ângela. Já Andréia ressalta que o contexto mudou ao longo dos anos. "É uma outra realidade, principalmente por causa das redes sociais. A forma de jogar e de ser visto é diferente."
Jornalista graduado com ênfase em multimídia pelo Centro Universitário Una. Com mais de 10 anos de experiência em jornalismo digital, é repórter do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Antes, foi responsável pelo site da Revista Encontro, e redator nas agências de comunicação Duo, FBK, Gira e Viver.



