Advogada afirma que criança envolvida em caso de Marco Furlan 'não entende o que aconteceu'
Advogada afirma que menino de 5 anos, diagnosticado com TEA, ainda não demonstra sinais de trauma; investigação sobre o caso continua

A criança de 5 anos que teria sido vítima de abuso sexual envolvendo o ator Marco Furlan está recebendo acompanhamento psicológico e, até o momento, não apresenta sinais de trauma relacionados ao caso. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (6) pela advogada Maria Fernanda Mituo, responsável pela defesa do menino, em entrevista ao Metrópoles.
Segundo a advogada, a mãe da criança ainda está abalada com o ocorrido. Já o menino, que foi diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA), segue sendo monitorado por um psicólogo.
De acordo com Maria Mituo, por ser uma criança neurodivergente, ele ainda não apresentou crises ligadas ao episódio e "não entende o que aconteceu".
O caso
Conforme o boletim de ocorrência, a criança dormia em um dos quartos de um sítio, onde acontecia uma festa, quando os fatos teriam ocorrido.
O registro policial aponta que a mãe ouviu gritos vindos do quarto. Uma amiga da família, também escutou o menino dizer "Para... está doendo", foi até o cômodo junto com ela.
Ainda segundo o boletim, Marco Furlan afirmou inicialmente que teria confundido a criança com a própria namorada. Posteriormente, negou ter cometido qualquer abuso e, já na delegacia, acompanhado de advogados, declarou não se lembrar do que aconteceu.
Na última segunda-feira (3), o ator passou por audiência de custódia e teve a prisão em flagrante mantida pela Justiça.
A reportagem da Itatiaia procurou a Secretaria da Segurança de São Paulo (SSP), que em nota afirmou que preservará detalhes do caso "devido à natureza da ocorrência e por envolver menor de idade".
Lorena Vieira é estagiária do Portal Itatiaia e estudante de Jornalismo na Universidade Federal de Minas Gerais. Com experiências diversas, já trabalhou como repórter, produtora e apresentadora de coluna semanal no programa Agenda, da Rede Minas. Além de outras experiências como social media e comunicação de projetos culturais.



