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Onde usar a IA no trabalho? Novo estudo do Google revela tarefas mais comuns

Pesquisa detalha como os profissionais estão aplicando a inteligência artificial no dia a dia das empresas

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Pessoas usando IA no trabalho
Pessoas usando IA no trabalho • Reprodução/ChatGPT

O Google divulgou o estudo AI & Economy ATLAS, que analisa cerca de 15 milhões de interações dos usuários com o Gemini, a inteligência artificial da empresa.

Tal levantamento aponta que a IA faz parte, superficialmente, da maioria das profissões, mas participa apenas de uma parte das atividades. Foram mapeadas mais de 800 ocupações, 4 mil tarefas, 300 atividades domésticas, entre 150 países e 140 idiomas.

O estudo mostra que o uso da inteligência artificial está concentrado, principalmente, em atividades cognitivas. Entre elas estão tarefas como escrita, revisão de textos, geração de ideias, pesquisa, planejamento, análise de informações, resolução de problemas e organização de documentos.

Nessas atividades, a inteligência artificial é usada para processar dados, analisar informações e oferecer sugestões.

Já as atividades presenciais ou que exigem habilidades físicas seguem menos afetadas pela tecnologia. Nesses casos, a inteligência artificial ainda apresenta limitações e atua como apoio em partes das tarefas.

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Uso de IA é mais frequente em posições mais especializadas

A pesquisa do Google também identificou um tipo específico de profissionais que usam a inteligência artificial com mais frequência no contexto corporativo.

Em geral, o perfil aponta para pessoas com ensino superior, em cargos mais especializados e com uma renda acima da média. Ou seja, é possível notar que há uma correlação entre uso de IA no ambiente profissional, nível de escolaridade e remuneração.

Todavia, na maioria dos casos, a ferramenta serve como um apoio para otimizar o tempo das pessoas em atividades cotidianas, seja com sugestões, ideias, análises ou resolução de problemas.

Por outro lado, quanto mais especializada for a função, maiores as chances do profissional utilizar a tecnologia de maneira aprofundada, em processos mais complexos dentro da área.

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Mineiro de Barão de Cocais e jornalista graduado na Fumec. Passagens pela Rádio FUMEC e pelos portais FutebolNews, TechTudo e brasileirao.com.br. Apaixonado por games e futebol, atua nas editorias Esportes, Empregos e Variedades.

 

 

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