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5 erros que todo mundo comete ao montar um currículo (e como corrigir)

Veja os equívocos mais comuns que podem minar, logo de cara, as chances de avançar em um processo seletivo

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Algumas medidas podem ajudar a dar destaque ao currículo do profissional da área
Algumas medidas podem ajudar a dar destaque ao currículo do profissional • StockSnap/Pixabay

O currículo funciona como porta de entrada em processos seletivos. Antes de uma entrevista, antes de qualquer contato direto, esse documento representa o candidato diante do recrutador.

Por isso, um erro cometido nessa etapa pode encerrar as chances de avanço em uma vaga de emprego, mesmo quando o profissional atende às exigências do cargo.

A seguir, confira uma lista com cinco equívocos que aparecem com frequência na montagem de currículos e saiba como evitá-los ou corrigi-los antes de se candidatar para aquela vaga tão desejada.

Currículo extenso demais

Um dos erros que mais aparece é a extensão do documento. Candidatos costumam incluir todas as experiências de trabalho desde o início da carreira, o que resulta em três, quatro ou cinco páginas de conteúdo.

Recrutadores analisam um volume alto de currículos por dia e dedicam poucos segundos à primeira leitura de cada um. Um documento extenso reduz a chance de leitura completa.

A prática indicada consiste em limitar o currículo a uma ou duas páginas, com prioridade para as experiências e qualificações relacionadas à vaga pretendida.

Erros de gramática e digitação

Palavras escritas de forma incorreta, concordância verbal fora do padrão da língua portuguesa e pontuação mal empregada estão entre os problemas mais comuns em currículos recebidos por empresas.

Esse tipo de falha passa a impressão de descuido com o documento. A revisão do texto antes do envio — feita por outra pessoa ou com apoio de ferramentas de correção — reduz a chance de esse tipo de deslize chegar até o recrutador.

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Falta de objetividade nas descrições

Frases genéricas, como "responsável por diversas tarefas" ou "auxílio em atividades do setor", não informam ao recrutador o que o candidato de fato realizou em cada função. A ausência de dados concretos dificulta a comparação entre candidatos.

A alternativa está na descrição de resultados mensuráveis: números de vendas, redução de custos, quantidade de projetos concluídos ou pessoas lideradas em uma equipe.

Excesso de informações pessoais

Estado civil, religião, número de filhos, RG e outros dados pessoais ainda aparecem no topo de muitos currículos, apesar de não terem relação direta com a qualificação do candidato para a vaga.

Esse tipo de informação ocupa espaço e desvia o foco da leitura. O modelo indicado inclui apenas nome, contato (telefone e e-mail) e, quando pertinente, cidade de residência.

Formatação sem padrão

Fontes diferentes em uma mesma página, alinhamentos irregulares e ausência de divisão clara entre seções de experiência, formação e habilidades dificultam a leitura do currículo — seja por uma pessoa, seja por sistemas automáticos de triagem (ATS), usados por parte das empresas na primeira etapa de seleção.

A formatação indicada segue um padrão único de fonte, alinhamento e espaçamento, além de títulos claros para cada seção do documento.

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Mineiro de Barão de Cocais e jornalista graduado na Fumec. Passagens pela Rádio FUMEC e pelos portais FutebolNews, TechTudo e brasileirao.com.br. Apaixonado por games e futebol, atua nas editorias Esportes, Empregos e Variedades.

 

 

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