Empresária mineira é encontrada morta dentro de Renegade em São Paulo
Thaís Rocha foi encontrada com vários ferimentos dentro do carro; polícia suspeita que um conhecido tenha cometido o crime

A empresária mineira Thaís Rocha Secundino, 28 anos, foi encontrada morta a facadas e com vários ferimentos dentro do carro, um Jeep Renegade, no bairro de Sapopemba, zona leste de São Paulo. A empresária morava no centro da capital paulista e era proprietária de uma adega localizada na Av. São João, no coração da cidade de São Paulo. A família de Thaís é de Belo Horizonte. Os parentes souberam do assassinato e já vieram para São Paulo.
O DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) investiga o assassinato da empresária. A delegada Ivalda Oliveira Aleixo, diretora do DHPP, esteve no local do crime para acompanhar as investigações. As informações são do site UOL.
A suspeita dos policiais é a de que Thaís foi assassinada por algum conhecido. A vítima foi deixada no banco do passageiro. A delegada confirmou que nada da vítima foi levado. Por isso, a possibilidade de latrocínio (roubo seguido de morte) está descartada. O telefone celular e outros objetos de Thais, como a carteira e documentos, foram deixados no veículo.
O veículo estava estacionado na calçada, e a empresária ficou trancada dentro dele. Moradores notaram algo estranho no Jeep e avisaram a polícia.
Uma equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionada para prestar socorro à mulher esfaqueada. Quando os socorristas chegaram à cena do crime, Thais ainda respirava. Mas ela perdeu muito sangue e não resistiu aos ferimentos.
Os investigadores apuraram ainda que Thais foi até Sapopemba sozinha, dirigindo o próprio veículo. O namorado dela contou ao DHPP que a vítima tinha ido para o bairro porque havia marcado um encontro com uma de suas melhores amigas. Essa amiga soube da morte e foi ao IML (Instituto Médico Legal) em Artur Alvim, zona leste, para fazer o reconhecimento do corpo. O DHPP a intimou para depor.
Os policiais civis acreditam que a amiga de Thaís sabe muito mais do que contou na delegacia. Ela pode estar escondendo algo, e os agentes notaram contradições no depoimento. O DHPP ouviu ainda como averiguado o motorista da melhor amiga de Thais. A delegada acrescentou que a hipótese de feminicídio está descartada, até o momento.