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Atlético se deu bem e Cruzeiro se deu mal no sorteio da Conmebol?

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Vinícius Andrade
Vinícius Andrade, comentarista da Rádio Itatiaia • Itatiaia

Cruzeiro e Atlético conheceram, na noite desta quinta-feira (19/3), seus adversários na fase de grupos da Libertadores e da Sul-Americana, respectivamente. Enquanto a Raposa caiu no "grupo da morte", o Galo tende a ter uma vida mais tranquila.

Depois de sete anos, o Cruzeiro volta a disputar a maior competição continental. Se o torcedor estava com saudade do clima de copa, o sorteio fez questão de aumentar ainda mais a expectativa pelas grandes noites de Libertadores.

Boca Juniors, Barcelona (EQU) e Universidad Católica (CHI) são adversários tradicionais, que vão exigir nível máximo de concentração. Talvez essa seja a boa notícia para o torcedor: o atual elenco prefere jogos grandes; foi assim no Brasileirão do ano passado. As pedreiras na vida do Cruzeiro podem se tornar a escalada que o clube precisava na temporada.

Já o Atlético, por ser cabeça de chave, dificilmente cairia em um grupo complicado, mas o sorteio foi melhor do que o esperado. A maior dor de cabeça fica por conta da logística e da altitude de Cusco, no Peru, a 3.400 metros acima do nível do mar.

Teoricamente, o Galo é favorito para passar em primeiro no grupo com Cienciano (PER), Puerto Cabello (VEN) e Juventud (URU). Mas a lição do ano passado está bem viva, quando o time também caiu em uma chave acessível e acabou se classificando em segundo, tendo que passar pela repescagem antes de chegar às oitavas. O próprio Cienciano foi o líder do grupo e conseguiu arrancar dois empates com o Atlético (0 a 0 no Peru e 1 a 1 em Belo Horizonte).

Cruzeiro e Atlético estiveram próximos de disputar a Recopa Sul-Americana de 2025, mas ambos perderam as finais continentais no ano anterior. Quem sabe, desta vez, a história não possa ser diferente? Sorte aos mineiros!

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Mineiro de Oliveira e graduado em Jornalismo na PUC-MG. Profissional apaixonado por futebol e outros esportes com passagens por Estado de Minas, Superesportes, Rádio Transamérica e O Tempo. Atua como comentarista e repórter da Itatiaia.